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terça-feira, 5 de maio de 2015

Bom Senso quer estaduais como Copa e sugere a criação da Série E com mais de 400 clubes

Diminuição de partidas para os times grandes, aumento da participação das equipes pequenas, estaduais em formato de Copa do Mundo e cinco divisões para o Campeonato Brasileiro, a última delas com mais de 400 clubes. Estas são as principais propostas do Bom Senso para a melhoria do futebol no Brasil no que diz respeito ao calendário.

Segundo o grupo de atletas que pede estas alterações, quase 600 clubes ficam parados por mais de seis meses no país após a disputa dos estaduais. A principal proposta é a criação da Série E para 452 times. O formato da competição teria 36 grupos de 12 equipes e cada time disputaria ao menos 30 e no máximo 34 partidas.

Com isto, as séries C e D também sofreriam mudanças. A terceira teria 48 clubes e a quarta divisão, 144. Todas estas equipes jogariam ao menos 30 partidas e não alcançariam 40 jogos em um ano (contando somente o campeonato nacional).


O regulamento pretendido não foi divulgado, mas é possível que clubes eliminados passem a disputar eliminatórias para os campeonatos estaduais para preenchimento do calendário. Em contrapartida, os estaduais seriam jogados para o mês de julho e disputados em forma de Copa do Mundo com 32 equipes (no caso de São Paulo), com várias cidades-sede.

Como a conta fecharia? O lado financeiro é uma das coisas que preocupam os clubes se esse modelo for adotado. De acordo com o Bom Senso FC, o novo calendário custaria R$ 94 milhões por ano, três vezes mais do que a CBF gasta atualmente com os jogos.

Para se ter uma ideia, a CBF teve lucro de R$ 50 milhões em 2012, já na gestão de José Maria Marin. Para viabilizar as novas séries do Brasileirão, os jogadores pensam em, além de ajuda da CBF, um modelo de fair play financeiro. Seria criada uma agência reguladora para controlar as finanças dos clubes, para que paguem dívidas antigas e que não façam dívidas futuras.

Tomado do Portal: http://www.bomsensofc.org

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Projeto promove três ações de preservação em 18 meses de funcionamento!


O Projeto Amigos da Natureza é uma iniciativa da Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular (APAFEC), foi iniciado em novembro de 2013, ou seja, o projeto acabou de completar 18 (dezoito) meses de funcionamento, com este projeto a instituição tem por objetivo promover ações concretas de proteção e preservação da natureza.

No período já foram realizadas três atividades, sendo: Novembro de 2013 foram entregues 3 toneladas de sucatas eletrônicas (monitores, teclados, mouses, pilhas, lâmpadas florescentes, impressoras, televisores, rádios velhos e em desuso...) a empresa Alpha Lixo Digital de Joaçaba. Essa ação foi desenvolvida em parceria com a Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô e Cresol, contou com o apoio da comunidade fraiburguense, entidades, empresas, lojas e o comércio em geral que realizaram a entrega das sucatas eletrônicas.   

1ª ação – nov. 2013 – Carregamento de 3 toneladas de sucata
eletrotônica entregues a empresa Alpha Lixo Digital
Em setembro de 2014, precisamente nos dias 05 e 06 durante encontro estadual da Juventude do Campo e da Roça realizado em São Miguel do Oeste, cada jovem recebeu uma muda de Curi (Araucária), simbolizando a amizade e aliança entre a: PJR (Pastoral da Juventude Rural), PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular), com a Apafec, foram distribuídas 120 mudas que foram plantas em 14 municípios do oeste e extremo oeste catarinense.

2ª ação – set. 2014 – Entrega das 120 mudas de araucárias durante
encontro estadual da juventude da cidade e da roça
A terceira atividade concretizada pelo Projeto Amigos da Natureza aconteceu no ultimo dia 01/05, mais de 70 (setenta) pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens e adultos da Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô, Apafec, Clube do Cafezinho e da comunidade em geral participaram do plantio de 122 (cento e vinte e duas) mudas de árvores nativas no Capão das Araucárias no bairro Jardim América.

Foram plantadas as seguintes mudas de árvores nativas: Butiá (10), Araucária (20), Pitanga (08), Ariticum (10), Guavirova (10), Ingá (03), Araçá Amarelo (15), Araçá Vermelho (10), Goiaba (10), Guabiju (10), Cerejeira (08), Pinho Bravo (04), Espinheiras Santa (02) e duas árvores nativas originárias da Argentina, também foi recolhido o lixo depositado indevidamente no local.
 
3ª ação – maio 2015 – Plantio de 120 nativas na Praça do
Capão das Araucárias – bairro Jardim América
A ação contou com o apoio institucional do Viveiro de Mudas Nativas Figueiredo, Clube do Cafezinho, Tribeck Comunicação Visual, Apafec, Radio Fraiburgo, Marp Som de Rua, dos Blogs: Curta Fraiburgo, Opinião de Cesar Malinoski e Esportes em Debate.

Para o mês de setembro próximo, planeja-se fazer a quarta ação do Projeto Amigos da Natureza para celebrar o dia da arvore e seguir aprofundando o debate sobre a necessidade de proteger e preservação a natureza.

Tomado do Portal da Apafec

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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Com o fim dos estaduais: mais de 20 mil profissionais do futebol estarão desempregados.


Hoje (04/05), o mesmo ciclo negativo se repete ao fim dos estaduais: mais de 20 mil profissionais do futebol estarão desempregados. Muitas equipes irão se despedir da temporada com menos de 18 jogos e as Federações repetirão o discurso de que, sem os estaduais, a situação seria ainda pior. Pura balela.

É notório que os campeonatos estaduais não possuem viabilidade econômica no formato em que são executados. Como espetáculo também perderam qualidade e já não comovem os torcedores como faziam décadas atrás, com exceção dos grandes clássicos. O modelo dos estaduais está ultrapassado e são parte dos problemas estruturais do calendário do futebol nacional. A única razão para serem assim é manter a estrutura de poder das Federações estaduais e permitir o controle da CBF pelo mesmo grupo político, que detêm o poder na entidade desde 1989.

O Bom Senso Futebol Clube apresentou em 2014 uma nova proposta de calendário, ignorada pela CBF, com a reformulação dos estaduais e novas divisões nacionais. O principal objetivo é um calendário equilibrado, em que os grandes clubes joguem menos e possam ter melhor preparação; ao passo que os clubes menores tenham calendário anual, previsibilidade financeira e mantenham os 20 mil empregos perdidos no modelo atual.

Nessa proposta, os estaduais seriam jogados no modelo da Copa do Mundo: os 32 clubes são divididos em oito grupos de quatro clubes. Todos do grupo jogam entre si em partida única, classificando-se os dois melhores por grupo (três datas); 16 classificados jogam oitavas de final em jogo único (uma data); oito classificados jogam quartas de final em jogo único (uma data); quatro classificados jogam a semifinal em jogo único (uma data); dois classificados fazem a final em jogo único (uma rodada); totalizando sete datas.

As principais vantagens são um estadual com mais participantes, enxuto e marcado pela emoção de partidas eliminatórias. Essa proposta se viabiliza com a reformulação do Campeonato Brasileiro das séries C e D, e com a criação da série E. Com mais equipes envolvidas nessas três divisões inferiores, com fases regionais e mais vagas de ascenso e descenso, os times de pequeno porte terão, no mínimo, 32 jogos por ano, o dobro da média atual, de apenas 15 partidas. Ao invés de jogos apenas por três meses, centenas de clubes passam a ter calendário anual.


A resposta dos atuais cartolas das federações e da CBF é que “não dá para fazer”. Vejamos o excelente modelo da Copa do Nordeste, que se tornou o torneio mais atraente e rentável do futebol nacional no primeiro semestre. O engajamento dos torcedores, dos patrocinadores, da televisão, dos clubes, dos atletas e dos profissionais do esporte demonstrou a viabilidade de mudanças que racionalizem o calendário. O Ceará sagrou-se campeão do Nordeste em 12 rodadas, ao contrário dos campeões estaduais de SP, do RJ, de MG e do RS, por exemplo, que disputaram 19 jogos.

Já passou da hora de organizarmos os campeonatos estaduais e o conjunto do calendário baseado em decisões técnicas, para o bem do futebol, e não estritamente políticas, apenas para manutenção do poder de alguns cartolas.

Por isso é tão relevante à aprovação da Medida Provisória 671, a MP do Futebol. Esse projeto permite um saudável e seguro refinanciamento dos clubes, com prazo extenso e com medidas de gestão que impeçam os péssimos dirigentes de envidarem os clubes novamente. É a adoção do verdadeiro “Fair Play Financeiro” no Brasil: adequar à realidade dos custos do futebol ao que os clubes arrecadam. Junto às medidas de transparência, está presente a necessária democratização das Federações e da CBF, que deverão abrir espaço em seus conselhos técnicos, assembleias gerais e eleições internas aos atletas. Essa medida, sem dúvida, é um grande avanço. Nós, atletas, temos opinião e queremos o direito de expressá-la.

Tomado do Portal: http://www.bomsensofc.org


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sábado, 2 de maio de 2015

Plantio de árvores nativas mobiliza mais de 70 pessoas no 1º de maio

Integrantes da Associação Vital e da Apafec
Mais de 70 (setenta) pessoas, entre crianças, adolescentes, jovens e adultos da Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô, Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular), Clube do Cafezinho e da comunidade em geral participaram na sexta-feira 01/05, do plantio de 122 (cento e vinte e duas) mudas de árvores nativas no Capão das Araucárias no bairro Jardim América, inclusive a Imprensa esteve presente representada pelo jornalista Cesar Malinoski e pelo repórter Pedro Lopes.

Oficina sobre preparação das covas e como plantar as mudas de árvores nativas
Foram plantadas as seguintes mudas de árvores nativas: Butiá (10), Araucária (20), Pitanga (08), Ariticum (10), Guavirova (10), Ingá (03), Araçá Amarelo (15), Araçá Vermelho (10), Goiaba (10), Guabiju (10), Cerejeira (08), Pinho Bravo (04), Espinheiras Santa (02) e duas árvores nativas originárias da Argentina, também foi recolhido o lixo depositado indevidamente no local.

Preparação das covas
A ação aconteceu por iniciativa da Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô e contou com o apoio institucional do Viveiro de Mudas Nativas Figueiredo, Clube do Cafezinho, Tribeck Comunicação Visual, Apafec, Radio Fraiburgo, Marp Som de Rua, dos Blogs: Curta Fraiburgo, Opinião de Cesar Malinoski e Esportes em Debate.

Mãe e filho plantando uma Araucária
O plantio das mudas nativas teve por finalidade, ampliar os conhecimentos dos integrantes da Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô, Apafec e comunidade em geral sobre a importância da preservação da natureza, o cuidado com espaços públicos, e também serviu para celebrar de um jeito diferente o 1º de Maio, dia internacional do Dia do Trabalhado e da Trabalhadora.
 
Pai e filha plantando uma Pitanga
As árvores também foram plantadas pensando no futuro do planeta e das pessoas, pois plantar árvores é um jeito simples de proteger e apoiar a vida, a natureza, a agricultura, o desenvolvimento comunitário, a saúde e principalmente o abastecimento de água.
Colocação das estacas de proteção 
A Praça do Capão das Araucárias é um terreno publico municipal, por isso, as entidades protocolaram na segunda-feira 27/04, oficio solicitando autorização ao chefe do poder executivo para realizar o evento, o qual foi prontamente respondido de forma positiva pela municipalidade. 

Resultado do trabalho coletivo, cada árvore plantada protegida por uma estaca de bambu
“Tínhamos certeza que o evento seria positivo, devido às parcerias construídas nós últimos 10 (dez) dias, porém a ação superou todas as nossas expetativas, por isso, vamos começar a planejar outras ações de proteção e preservação da natureza para executarmos em setembro em celebração ao dia da árvore. Finaliza Luiz Laudelino Coelho da coordenação da Associação Vital Fraiburgo de Karatê-dô.

Veja mais fotos do evento acessando: www.facebook.com/Apafec


Fotos: Fabiane Guedes e Wilson Cesar Malinoski-jornalista.

Tomado do Portal da Apafec

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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Que tipo de treino queima mais gordura?

Responda rápido: para você, a queima de gordura é maior quando você faz um treino curto, mas puxado, ou quando você mantém o ritmo suave, mas se exercita por mais do que 45 minutos? Depende do nível de condicionamento. Correr num ritmo muito suave durante 45 minutos ou mais pode fazer você perder menos líquido, mas perderá mais gordura. Já treinos de pouca duração fazem com que o metabolismo acelere, havendo uma elevando o gasto calórico também.


Ritmo suave
O corpo queima um percentual maior de gordura ao treinar em baixa intensidade (ou após cerca de 90 minutos de exercício contínuo), já que ele usa como fonte de energia as reservas de gordura corporal acumuladas.

Mas como saber se você está na zona de queima de gordura ideal? Basta treinar com 60% a 70% da sua frequência máxima cardíaca, em uma intensidade leve e confortável. Esse é, aliás, o famoso ritmo de conversação, quando você é capaz de conversar durante as passadas sem sentir falta de ar ou perder o fôlego. Para controlar a sua frequência, é recomendável treinar com um monitor cardíaco.

Além disso, aposte nos exercícios de academia, já que ter uma boa porcentagem de massa muscular ajuda a queimar mais gordura. O treinamento com pesos faz com que o seu corpo ganhe mais músculo, o que colabora para a queima de gordura. É por isso que a combinação de exercícios físicos com treinamento com pesos é uma das fórmulas mais recomendadas para quem quer emagrecer.

Treino curto
Conhecido como treino com intervalos de alta intensidade, aqui os treinos são curtos, mas com níveis intensos de frequência cardíaca. Após as corridas, você deve fazer a recuperação da musculatura com atividades de baixa intensidade, o que faz com que o metabolismo acelere e ocorra uma maior queima de gordura.

Para colocá-lo em prática, você pode correr na esteira ou na rua, em períodos intensos, mas que não duram muito tempo: de 15 a 60 segundos. Em seguida, descanse com uma caminhada de 30 a 120 segundos.


Cuidado com a síndrome de adaptação
Existem corredores que treinam de três a cinco vezes durante a semana e mantém uma alimentação equilibrada, mas que não conseguem perder peso para chegar aonde desejam. Às vezes, o problema é a adaptação do corpo ao estímulo que recebe. Ou seja, fazendo a mesma dieta e mantendo sempre o mesmo plano de treinamento o seu corpo acaba se acostumando e não evolui como você gostaria.

Isso faz com que o metabolismo e o peso fiquem estagnados, o chamado efeito platô. Para evitar que isso aconteça, é necessário mudar a dieta a cada duas ou três semanas e ter um plano de treinamento diversificado. Por esse motivo, alguns exercícios aeróbicos e treinamentos com pesos também podem ajudar a variar a atividade física.


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