sexta-feira, 22 de julho de 2016

Entidades de Fraiburgo têm projetos aprovados pelo Fundo Diocesano de Solidariedade da Diocese de Caçador

Equipe gestora do Fundo Diocesano de Solidariedade
No dia 23 de maio, a Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô e a Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular) receberam comunicado oficial da equipe gestora do Fundo Diocesano de Solidariedade – FDS, a qual esteve reunida no dia 18 de maio que dois projetos da primeira instituição e um da segunda foram aprovados e serão comtemplados com recursos financeiros do FDS.
A Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô, investirá os recursos no pagamento dos agasalhos adquiridos para 12 atletas que participaram do Campeonato Brasileiro de Karatê-dô que aconteceu em Porto Alegre entre os dias 07 a 10 de julho e também pagará o frete de duas etapas do Curso Realidade Brasileira que acontece em Chapecó na Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS. A Apafec teve um projeto comtemplado, o qual visa o pagamento de outras duas etapas do Curso Realidade Brasileira, neste curso são 15 integrantes das duas associações que estão participando.
As duas entidades agradecem o FDS pelo apoio, o ato de repasse dos recursos acontecerá na próxima terça-feira 26/06, às 9h30min na Mitra Diocesana em Caçador.
Segundo informações do site da Mitra Diocesana, na Diocese de Caçador o FDS foi constituído, com equipe gestora, a partir da Campanha da Fraternidade de 2011, e é composto por 60% da coleta realizada no Domingo de Ramos em todas as 27 paróquias da diocese, o restante, ou seja, os outros 40% são destinados para a constituição do Fundo Nacional de Solidariedade – FNS.
O fundo diocesano e nacional de solidariedade resgatam a intenção original da Campanha da Fraternidade e gesto concreto na prática inovadora de solidariedade e apoio aos diversos projetos de enfrentamento à exclusão social e superação da vulnerabilidade social, esses subsídios também são encontrados no portal na internet da Diocese de Caçador.


Imagens: Diocese de Caçador

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

108 e 21 mil são os valores que os candidatos a prefeito e vereador em Fraiburgo poderão gastar respetivamente durante a campanha

Paço Municipal 
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos a prefeito em Fraiburgo, poderão gastar até R$ 108.039,06 (Cento e oito mil, trinta e nove reais com seis centavos), na campanha eleitoral desse ano.
Já os postulantes a uma vaga no legislativo municipal podem gastar até R$ 21.863,27 (Vinte e um mil, oitocentos e sessenta e três reais com vinte e sete centavos). O TSE divulgou os valores tendo como base o parágrafo 2º, art. 2º, da Resolução TSE nº 23.459/2015.
Luxuosa sede do parlamento fraiburguense 
A pergunta que não quer calar! Será que os valores preconizados pelo TSE serão realmente respeitados em nossa Fraiburgo? Perguntas, perguntas... Elas movem o mundo e aborrecem somente os truculentos, ignorantes e imbecis que não gostam do debate franco, plural e profundo!  


Fotos: Panoramio Photos e Câmara de Vereadores de Fraiburgo 

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República Democrática do Congo vence a III Copa dos Refugiados, que ganha força a cada ano

“Refugiado, espaço e oportunidade” foi o tema deste ano.
Copa dos Refugiados ganha força a cada ano
Depois de três dias de jogos e interação entre os 26 times participantes da III Copa de Integração dos Refugiados, a final entre República Democrática do Congo e Togo. E os congoleses levaram a melhor e ficaram com o título. Com isso, se juntam a Nigéria e Camarões, campeões em 2014 e 2015, respectivamente.
Os jogos foram realizados no SESC Itaquera, zona leste de São Paulo, com entrada gratuita. Organizada pela primeira vez em 2014, pegando o gancho do Mundial da Fifa, a Copa dos Refugiados teve a participação de 16 times em sua primeira edição e 19 times em 2015. Para Jean Katumba, refugiado congolês e organizador da Copa dos Refugiados, o aumento do número de times aconteceu devido ao protagonismo dos refugiados na organização do evento, que ajuda a evidenciar potencialidades escondidas que vão além do campo de futebol.
“A Copa cresce a cada ano. O nosso protagonismo na organização ajudou muito, porque convida os refugiados a trazerem novas ideias e apoio. São várias pessoas contribuindo e pensando junto. O protagonismo mostra nossas potencialidades, mostra como podemos nos sustentar, tomar a frente dos processos”, afirma Jean.  O congolês, de 37 anos, diz aos risos que apesar de seu coração e sangue torcer pelo seu país, teve que se comportar como a FIFA, imparcial, durante todo o campeonato, mesmo com as cobranças do seu time. A organização é feita com os capitães do grupo de cada país.
Neste ano a Copa reuniu 26 times, sete a mais que em 2015.
Apoiada pela Caritas Arquidiocesana de São Paulo, pelo Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur) e pelas Secretarias de Direitos Humanos e de Transporte da Prefeitura de São Paulo, a terceira edição da Copa dos Refugiados traz a palavra integração ao seu título, que traduz a finalidade do evento. “O Brasil acolhe os refugiados mas não nos integra. Com a Copa buscamos a integração. Este ano chamamos um time brasileiro e um time do Haiti. O objetivo é trazer união, familiaridade. Aqui eu me encontro com refugiados de Bangladesh, do Iraque e muitos outros países. Aqui podemos fazer amizade”, conta Jean.
Mesmo com os ânimos à flor da pele, típicos de boas partidas de futebol, os refugiados deixam claro que o que importa não é ganhar ou perder, e sim expor quais as dificuldades deles no país, romper as barreiras da discriminação e criar um espaço real de integração.
“A Copa não é só para o refugiado, nós jogamos para os brasileiros, para nos identificar e acabar com discriminações, preconceitos com os refugiados. Nós mostramos que temos utilidade na sociedade brasileira, que estamos aqui para compartilhar nossa vida com eles, contribuir com o crescimento do país. Somos iguais e merecemos respeito”, finaliza o congolês.

Por Lu Sudré.
Foto: Reprodução/MigraMundo
Fonte: Migra Mundo

Tomado do Portal Desacato 

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Enxadrista radicado em Fraiburgo conquista título do Catarinense Universitário!

Lucas Aguiar ao fundo 
O Mestre Fide Lucas Aguiar, brasiliense radicado em Fraiburgo, estudante da Unoesc Campus de Videira, conquistou o titulo de campeão Catarinense Universitário individual e com isso ajudou a universidade a sagrar-se campeã geral dos jogos na modalidade de xadrez.
Com o título Aguiar garantiu sua vaga para o Brasileiro Universitário que acontecerá em Cuiába/MT no mês de novembro.
Outro atleta de Fraiburgo que se destacou foi Ruan Gonçalves, representando a Uniarp Campus Caçador. Liderava o torneio, porém após derrota para o mestre Aguiar na 6ª e última rodada ficou com a medalha de bronze. A competição aconteceu em Caçador, entre os dias 13 a 20 de julho.

Com informações e foto da Associação Clube de Xadrez Fraiburgo (ACXF)

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Após remoções para Transolímpica, Prefeitura do Rio descumpre acordo e deixa moradores endividados

Moradores da zona oeste reassentados no Minha Casa, Minha Vida estão recebendo cobranças indevidas do Banco do Brasil, o que gera insegurança e medo; alguns estão com nome sujo no SPC.
À esquerda, pista elevada da via Transolímpica, que corta o bairro de Curicica, região de Jacarepaguá. 
Foto: Jessica Mota /Agência Pública
Quando foram removidos à força por causa da construção da Transolímpica, os ex-moradores da rua Ipadu, da comunidade São Sebastião e da Vila União de Curicica – comunidades da zona oeste do Rio –, não tiveram muitas opções. As remoções começaram em 2014 e as mudanças para o residencial ocorreram no começo de 2015. Alguns receberam a oferta de uma indenização que não lhes possibilitaria comprar um imóvel na região, mas a maioria aceitou sair da sua casa em troca de um apartamento num dos condomínios construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, administrado pela prefeitura.
“Na hora de desapropriar, eles prometeram que iam pagar, mas nosso problema foi que eles [os representantes da Prefeitura] não deram nada por escrito”, conta Jorge Valdevino, representante do Condomínio Colônia Juliano Moreira, para onde os moradores foram realocados. A Secretaria de Habitação da Prefeitura do Rio informa que 96 famílias foram reassentadas naquele residencial*.
O processo de remoção, com a notificação dos moradores, começou em 2013 para dar lugar à via Transolímpica, considerada um dos legados dos Jogos Olímpicos no Brasil. Formada por duas pistas de três faixas, sendo uma exclusiva para o BRT – Bus Rapid Transport –, a via irá conectar os bairros Deodoro e Barra da Tijuca, na zona oeste. Quem administra a via é o Consórcio Via Rio, composto pela CCR, Odebrecht e Invepar. Em contrato com a Prefeitura, o consórcio ficou responsável pelo cadastro das famílias a serem removidas, pela demolição das casas e pela mudança dos moradores.
A Pública esteve no Colônia e entrevistou 17 moradores de diferentes blocos do condomínio. Todos relatam a mesma situação: depois de mais de um ano morando ali, até hoje não têm cópia dos contratos dos apartamentos. Além disso, há cerca de seis meses, alguns moradores começaram a receber cartas de cobrança do Banco do Brasil, que financiou a construção do condomínio, avisando que têm uma dívida de R$ 75 mil.
“A carta nem veio para cá, foi lá pra onde eu morava, e minha mãe me entregou. A carta era no valor de R$ 75 mil. A última vez que eu puxei o SPC, [a dívida] estava em R$ 69 e alguma coisa”, conta Ozineide Pereira da Silva, 30 anos, manicure, sobre cadastro no Serviço de Proteção de Crédito (SPC).
Creuza da Silveira e a mãe, Conceição de Oliveira. Creuza é analfabeta e recebeu as cartas de cobrança no valor de R$ 76 mil. Foto: Beth McLoughlin/Agência Pública
“A gente assinou o contrato e foi na Prefeitura. O banco foi, foi um carro-forte, todos os envelopes, tudo bonitinho. Estava tudo lacrado, abriram na nossa frente. A gente assinou um montão de folha, muita folha, mas eles não deram nenhuma via para a gente”, lembra. Ela morava com os três filhos, a avó (que é deficiente física), a mãe, a irmã e quatro sobrinhos em um cômodo na ocupação que existia na rua Ipadu, em uma antiga fábrica de lenços. Com a remoção, a mãe e a irmã tiveram de “caçar um canto”, como ela conta. Hoje mora com os três filhos e a avó, de quem cuida, em um apartamento de dois quartos. Para Ozineide, que morava no galpão de uma fábrica abandonada, o novo apartamento foi muito bom. “O único medo que a gente tem é devido o banco ter botado o nosso nome no SPC e medo de, sei lá… Depois o governo muda… Eu não tenho nada que diga que isso aqui é meu”, preocupa-se ela.
A única documentação que alguns moradores receberam foram cópias 
de modelos de contrato do Minha Casa, Minha Vida, sem informações. 
Foto: Jessica Mota/Agência Pública
Já Antônio Zacarias da Silva, 40, mora com a filha e a esposa. Recebeu duas cartas do Banco do Brasil, com a cobrança de R$ 70 mil. “Eu não sei o que diz a carta porque eu não sei ler. Quem sabe ler é minha esposa”, conta. Sem informações, Antônio interpreta os avisos de cobrança como cartas de despejo. “Vai ter que desocupar o apartamento”, acredita. Ele morava na ocupação da rua Ipadu e trabalha carregando entulhos e fazendo mudanças com sua carroça e seu cavalo, o Xuxa.
Creuza da Silveira e a mãe, Conceição de Oliveira, também moravam na ocupação da rua Ipadu. Creuza é analfabeta e recebeu as cartas de cobrança no valor de R$ 76 mil. Quem sabe ler é o filho. “Meu nome está sujo, vem escrito na carta, com meu CPF.” A única documentação que entregaram a ela foi uma cópia genérica de um contrato do Minha Casa, Minha Vida em que, no lugar do nome e dos valores, consta uma sequência de xis e campos em branco.
Elaine Santos, 34, ex-moradora da rua Ipadu, não recebeu cartas de cobrança, mas já se sente afetada pelo clima de incertezas. “Nem leite estou produzindo mais porque estou me estressando tanto. Nem leite”, fala a mãe de cinco filhos, entre eles um bebê de menos de um mês. “Não vou mentir que era bonito, era feio. Mas lá era sossego. Era da gente. E aqui ninguém tem documento, e vem esse boato que querem tirar… Como a gente vai provar que aqui é nosso?” Ela conta que assinou o contrato, mas também não recebeu nenhuma cópia da Prefeitura.
Após as primeiras entrevistas no Condomínio Colônia Juliano Moreira, a reportagem da Pública foi procurada por diversos moradores, que confirmaram o clima de medo, insegurança e indignação, por causa da situação. Muitos temem perder a casa porque não têm como provar que são donos dos apartamentos.
Isabela Cristina Oliveira Santos, de 22 anos, diz que sua irmã tentou registrar a comprovação de assinatura do contrato. “Minha irmã assinou e não pôde tirar foto, porque falaram que ela tinha que esperar. Nisso de esperar, o nome dela está sujo.” Já Isabela não assinou nenhum contrato até hoje, mesmo tendo entregado a documentação necessária à Prefeitura, segundo relata. “A gente está aguardando para ver que dia a gente vai poder assinar o papel do Banco do Brasil. Quando eu puxei no Serasa, não acusou nada. A gente liga quase todos os dias para a Prefeitura. Dizem que tem que aguardar porque a documentação está toda com o banco. Nunca informam nada para a gente.”
Isabela Santos e o marido, Gilmário Antônio, enfrentam clima de incertezas no 
condomínio Colônia Juliano Moreira. Foto: Beth McLouglhin/Agência Pública
Giselle Murad da Silva, de 22 anos, professora, só descobriu que o nome estava sujo quando foi prestar um concurso público. Ela morava com a mãe, Sandra Murad da Silva, 47 anos, na Vila União de Curicica, em uma casa com quintal, copa, sala, quartos e terraço. Sandra era moradora da Vila União havia 27 anos, até a chegada da Transolímpica. Como outros moradores do Condomínio Colônia Juliano Moreira, o único documento referente ao apartamento que ela possui é um modelo de contrato não assinado e com espaços em branco.
“Foi tudo feito pela Prefeitura com o Banco do Brasil. E ela recebe direto e-mail, a gente recebe carta cobrando, dizendo que a gente deve R$ 75 mil ao Banco do Brasil. Mas a gente não deve nada, nós trocamos chave por chave!”, indigna-se Sandra. Giselle reclama do assédio do banco. “Me ligam, me mandam mensagens no celular, tenho diversas mensagens do Banco do Brasil dizendo que é para eu regularizar meu débito. Mas eu não tenho débito no Banco do Brasil. Nem conta no Banco do Brasil eu tenho.”
Na Vila União, além da casa em que morava com a mulher e o filho, José mantinha uma oficina mecânica de forma autônoma. Ele também diz que não foi indenizado pela oficina, perdeu diversas ferramentas e equipamentos mecânicos e hoje está desempregado. “Nós assinamos um monte de documento coletivamente, não tinha tempo hábil para ninguém ler. O prefeito [Eduardo Paes] prometeu que era troca de chaves, que a gente estaria com o apartamento quitado, que receberíamos uma escritura provisória e depois de dez anos viria a definitiva. O que a gente recebeu foi a cobrança integral do valor do Banco do Brasil, como se nós tivéssemos comprado o apartamento.”
Giselle Rodrigues tem sido assediada pelo 
Banco do Brasil para quitar uma dívida 
que não é sua. Foto: Jessica Mota/Agência Pública
O vizinho delas, que também morava ao lado na Vila União, comunidade removida para a Olimpíada, José Pereira Filho, 52 anos, sofre com o mesmo problema e se diz decepcionado. “Já fui mais de 20 vezes na Subprefeitura [da Barra e Jacarepaguá]. Fui esquecido, só eles têm minha documentação. Eles não me deram papel nenhum. Eu acreditei na palavra da Prefeitura”, conta.
De acordo com Paulo Magalhães, sociólogo e ex-consultor da vice-presidência da Caixa Econômica Federal, esta é responsável pela maior parte dos condomínios do programa Minha Casa, Minha Vida. “[No Colônia] foi feito pelo Banco do Brasil, mas o procedimento é o mesmo. Só que o Banco do Brasil não tem a mesma experiência  burocrática, de trâmites de documentação.”
Em contratos regulares do programa de habitação, as pessoas pagam parcelas subsidiadas e, depois de cinco anos, recebem a titularidade definitiva do apartamento. No caso daquelas que foram reassentadas pela Prefeitura do Rio na modalidade “chave por chave” – perderam suas casas, que seriam demolidas em troca de moradia pelo Minha Casa, Minha Vida –, a obrigação de quitar as parcelas é da Prefeitura. A dívida dos moradores não deveria existir. “Se a sua casa foi destruída, você não paga. Evidentemente, essa é uma operação financeira cruzada. Alguém tem que pagar”, explica Paulo Magalhães.
“Em tese, quando as pessoas vão ocupar o imóvel, quando vão receber as chaves, assinam um contrato. Esse contrato é fundamental porque, mesmo que você não tenha o título da propriedade, o contrato é a sua garantia”, diz Magalhães. Esse contrato deveria estar nomeado e assinado pelo banco, pela Prefeitura e pelo morador.
Procurado pela Pública para esclarecer a situação, o Banco do Brasil negou-se a dar entrevistas e respondeu que “cumpriu todas as suas obrigações até o momento e aguarda do ente público a regularização da situação”. O banco não respondeu aos questionamentos da Pública sobre não ter entregado cópias dos contratos aos moradores.
A Secretaria de Habitação da Prefeitura do Rio de Janeiro afirmou, em nota, que o imbróglio se deu por um atraso do banco na liberação das informações das prestações dos contratos. A secretaria diz que “o pagamento das prestações dos imóveis das famílias reassentadas no Condomínio Colônia Juliano Moreira está sendo regularizado”. Após “entendimentos” entre o Banco do Brasil e o órgão público, a informação é que “a questão está equacionada para que o repasse seja realizado”.
A secretaria informa que a documentação será entregue após registro em cartório, mas não respondeu quando isso acontecerá.

*O trecho anteriormente dizia: “Até a publicação desta matéria, a Secretaria de Habitação da Prefeitura do Rio não havia informado quantas pessoas foram reassentadas naquele residencial.” O texto foi atualizado às 15h50 para incluir informação enviada pela Secretaria de Habitação da Prefeitura do Rio.

Por Jessica Mota com colaboração de Beth McLoughlin.



Tomado do Portal Desacato 

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domingo, 17 de julho de 2016

Sorteados os ganhadores da Ação Solidária Entre Amigos 2016

Sorteio ao vivo, acompanhado por mais de 500 pessoas durante o segundo dia
da 1ª Festa Julina do bairro São Miguel
Aconteceu no domingo (10/07), durante o segundo dia da 1ª Festa Julina do bairro São Miguel o sorteio dos 10 (dez) ganhadores da Ação Solidária Entre Amigos 2016, sendo que 7 (sete) são moradores de Fraiburgo, 1 (um) de Descanso, 1 (um) de Videira e 1 (um) de Arroio Trinta.
Os 10 ganhadores são: 1º Prêmio: Sandra Carvalho da Silva, cartela nº 0081, moradora do bairro São Miguel em Fraiburgo/SC; 2º Prêmio: Antônio Nezzi, cartela nº 3024, morador do centro em Arroio Trinta/SC; 3º Prêmio: Darci Ferreira, cartela nº 7699, morador do bairro São Miguel em Fraiburgo/SC; 4º Prêmio: Adrevis Antônio Machado, cartela nº 7956, morador do bairro Nações em Fraiburgo/SC; 5º Prêmio: Condemir Luiz Dalagnol, cartela nº 6861, morador do bairro Bela Vista em Fraiburgo/SC; 6º Prêmio: Walfrido T. Dos Santos, cartela nº 2725, morador do bairro Santo Antônio em Fraiburgo/SC; 7º Prêmio: Gilmar Tibes, cartela nº 2579, morador do bairro Quartel em Videira/SC; 8º Prêmio: Ilziane Reginato Tonollo, cartela nº 1684, moradora da Linha São Valentin em Descanso/SC; 9º Prêmio: Neri Dias, cartela nº 6529, morador do bairro São Miguel em Fraiburgo/SC; 10º Prêmio: Elma Petry, cartela nº 6364, moradora do Centro em Fraiburgo/SC.
O vendedor da cartela premiada do primeiro prêmio a Moto Honda Start CG 150, no valor de R$ 7.900,00, (zero quilometro), foi João Carlos Rodrigues, por isso, ele ganhará R$ 250,00.
João Carlos (vendeu a cartela premiada) e Sandra Carvalho da Silva
ganhadora da Moto Honda Start CG 150, no valor de R$ 7.900,00
A entrega da premiação acontece na próxima quarta-feira dia 20 de julho de 2016, as 20h00min no Pavilhão Comunitário do bairro São Miguel, e em breve a coordenação da Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô e da Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular) promotoras da 12ª da Ação Solidária Entre Amigos divulgarão balanço com os resultados financeiros da atividade.

Fotos: Jocemir de Souza Belusso (coordenação da Apafec).


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