Página Correio Esportes

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Não chores mais menino.

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Não chores mais menino
Nossos sonhos “ão” de serem ouvidos
Não chores mais menino
Nós ainda vamos vencer!

Sei que é difícil acreditar
Pois eles nos matam todos os dias
Sei que a alegria é rara
E a fome é certa!

Mas não chores mais menino
Eu quero te ver sorrindo
Acreditando que o futuro
Que o futuro vai ser diferente!

Não mais nos pisarão
Não mais nos trancarão nas prisões
Vamos comer todos os dias
Iremos voltar a sorrir!

Seremos o que nunca antes deixaram
Você vai ser pintor, médico ou professor
Você irá decidir
Não serão apenas sonhos!

Então, não chores mais menino
Nossa hora vai chegar
Pode acreditar, um dia eles irão pagar
Por tudo que nos fizeram passar.

Por Paulo Fortes - publicado inicialmente no Portal Desacato.
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Acampamentos do MST doam 5 toneladas de alimentos

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Para contribuir na luta contra o Coronavírus, três acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram a doação de 5 toneladas de alimentos em Castro e Ponta Grossa, nesta terça-feira 07 de abril.
Em Castro, três toneladas de alimentos serão entregues ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Entre os itens, estão hortaliças, batata-doce, mandioca, milho verde e feijão, cultivados por 150 famílias dos acampamentos Maria Rosa do Contestado e Padre Roque Zimmermann.
Já em Ponta Grossa, duas toneladas de produtos serão doadas ao Banco de Alimentos do Serviço de Obras Sociais (SOS), da Prefeitura de Ponta Grossa, entre arroz, feijão, mandioca, pepino e folhas, cultivados por 50 famílias residentes na comunidade Emiliano Zapata.

Com informações Terra Sem Males
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terça-feira, 7 de abril de 2020

PALANQUES DO PROJETO OUTDOOR COOPERADOR FORAM RETIRADOS DO LOCAL SEM AUTORIZAÇÃO

07 Palanques retirados
Neste final de semana 04 e 05 de abril, 07 palanques do Projeto Outdoor Cooperador, foram retirados das margens da Rodovia Airton, entrada do bairro São Miguel, sem a devida autorização!
Os palanques pertencem a Apafec e ao Karatê-dô, e estão avaliados em R$ 80,00 cada um, o que está gerando um prejuízo total de R$ 560,00 (QUINHENTOS E SESSENTA REAIS).
Segundo informações preliminares as pessoas que fizeram a RETIRADA SEM AUTORIZAÇÃO, fizeram uso de maquinário, podendo ser um munk ou uma retroescavadeira,
Pedaço da cinta deixada no local
pois não foram retirada terra dos buracos e também deixaram um pedaço da CINTA UTILIZADA PARA ARRANCAR OS 07 PALANQUES (veja uma das fotos abaixo).
Vamos esperar até quarta-feira dia 08 de abril, que as pessoas façam contato para devolver os palanques, caso isso não aconteça, VAMOS TOMAR AS MEDIDAS CABÍVEIS, entre as quais solicitar as imagens das CÂMERAS DE VIDEOMONITORAMENTO das avenidas Michelle Simonetti e Beira Lago, para confirmar quem retirou sem autorização os palanques.
Para repassar informações, sobre a retirada dos palanques sem a devida autorização, faça contato:
(49) 9.9111-6453 (whatssap);
(49) 9.9931-6598 (fone);
(49) 9.9952-4410 (whatssap/fone).
Contamos com a colaboração da comunidade fraiburguense para localizarmos os 07 palanques, assim como a comunidade fraiburguense sempre apoiou a Apafec e o Karatê-dô!
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Apenas 30% e só dois meses prefeita?

Em meio a crise gerada pelo Coronavírus – Covid 19. No domingo 05 de abril, circulou nas redes sociais virtuais um vídeo de um dos vereadores de Fraiburgo, informando a comunidade fraiburguense que no inicio do segundo semestre de 2020, irá propor a redução dos supersalários do primeiro escalão do governo municipal e dos vereadores/as também.
Na segunda-feira 06 de abril, a chefe do poder executivo anunciou através de uma das emissoras de radio da cidade, que reduzirá os super salários do primeiro escalão do governo municipal da seguinte forma: 30% do salário dela e 20% dos salários dos secretários/as municipais, por apenas dois meses.
As duas atitudes são importantes, porém insuficientes, pois em junho de 2012, lideranças comunitárias do município, lançaram A CAMPANHA CIDADÃ PELA REDUÇÃO DOS SUPERSALÁRIOS DO 1º ESCALÃO DA PREFEITURA DE FRAIBURGO, solicitando que fossem reduzidos entre 50 a 60% dos super salários do executivo e legislativo municipal.
Conforme o IBGE, o salário médio mensal dos trabalhadores/as formais em Fraiburgo é de 2,1 salários mínimos. Já a prefeita de Fraiburgo livre de impostos recebe R$ 24.540,20, valor equivalente a 11 vezes a renda mensal de um trabalhador ou trabalhadora fraiburguense. Um secretário municipal em Fraiburgo retira dos cofres públicos, mensalmente o valor de R$ 10.193,29, quase cinco vezes a mais que a renda mensal dos trabalhadores/as.
Só pelos dados expostos acima, a redução de 50% dos salários dos secretários municipais e 60% da prefeita, se justificaria o que traria uma economia significativa aos cofres municipais.
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Consultamos um contador, o qual nos informou que se sugestão de redação do supersalários feita pelas lideranças comunitárias tivesse sido implantada a partir de 2013 até o final de 2019, ou seja, em 07 anos, sendo: 04 anos do governo Ivo e 03 anos da atual prefeita, FRAIBURGO TERIA ECONOMIZADO ENTRE 9 A 10 MILHÕES DE REAIS, entre salários e encargos sociais somente com a redução dos supersalários do primeiro escalão.
Valores que poderiam ter sido investidos em diversas melhorias entre as quais: Loteamento residencial popular; Assistência social; Educação; Saúde (instalação e manutenção de pelo menos dois leitos de UTI); Instalação de um condomínio industrial nas proximidades dos bairros São Miguel e Nossa Senhora Aparecida; Políticas públicas de fortalecimento das micros, pequenas e média empresas, entre outras medidas.
Os números acima comprovam que o município de Fraiburgo não perece pela falta de recursos financeiros, nosso problema é a concentração dos recursos públicos nas mãos de poucos.
Por isso, perguntamos: Apenas 30% e só dois meses prefeita?
Para saber mais sobre a CAMPANHA CIDADÃ PELA REDUÇÃO DOS SUPER SALÁRIOS DO 1º ESCALÃO DA PREFEITURA DE FRAIBURGO acesse a fanpage no facebook pelo link: www.facebook.com/reducaosalariosprefeiturafraiburgo
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segunda-feira, 6 de abril de 2020

50 entidades lançam documento cobrando acesso à Energia Elétrica e Água em SC

Mais de 50 entidades, cobrando medidas emergenciais que garantam à população catarinense acesso à energia elétrica e água potável durante os meses de isolamento social e combate ao Coronavírus. O documento foi elaborado pelo Movimento dos Atingidos por Barragens e conta com a assinatura de autoridades públicas, movimentos e organizações da sociedade civil.
A carta foi enviada na segunda feira, 30 de março, ao Governador Carlos Moisés e às companhias de água (CASAN) e energia elétrica (CELESC).

Confira as propostas:

Medidas emergenciais para Energia Elétrica, junto à CELESC:
1. ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA POR QUATRO MESES A TODOS CONSUMIDORES. A Celesc deve garantir a isenção do pagamento da conta de luz a todas as 2.563.651 unidades consumidoras catarinenses residenciais urbanas e rurais de Santa Catarina, referente às contas de luz de abril, maio, junho e julho de 2020 que não excedam os 220kWh/mês (última parcela de consumo estabelecida pela Tarifa Social de Energia Elétrica). Esta medida fornecerá uma importante defesa da renda básica mensal das famílias catarinenses, tema que já foi recomendado pela Organização das Nações Unidas para os países aplicarem neste momento de combate ao Covid-19.

2. ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA CONTA DE LUZ PARA AS FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA ATÉ O FIM DE 2020. Que as famílias catarinenses de baixa renda enquadradas na Tarifa Social de Energia Elétrica (42.805 dados da ANEEL) sejam isentas do pagamento da conta de luz até o final deste ano de 2020 caso não excedam o consumo médio de 220 kWh/mês. 

3. EXTENSÃO DA TARIFA SOCIAL DE ENERGIA ELÉTRICA PARA TODAS AS FAMÍLIAS CATARINENSES CADASTRADAS NO CADÚNICO. Atualmente 263.484 famílias catarinenses comprovaram os critérios e estão cadastradas no Cadastro Único do Governo Federal e recebem até meio salário mínimo per capita, estando, portanto, enquadradas nos critérios da TSEE. Porém, apenas 42.805 são beneficiárias dos descontos fornecidos pela Tarifa Social de Energia Elétrica, sendo assim reivindicamos que seja feito o enquadramento automático das 263.484 famílias catarinenses a partir da conta do mês de abril de 2020.

4. ANISTIA DAS DÍVIDAS E MULTAS DE CONTAS DE LUZ ATRASADAS de consumidores das classes residencial (B1) e rural (B2).

5. PROIBIÇÃO DE APLICAÇÃO DE NOVOS CORTES E MULTAS DE ENERGIA ELÉTRICA aos consumidores das classes residencial e rural, durante a vigência da Declaração de Estado de Calamidade Pública da Pandemia.

6. NÃO APLICAÇÃO DO DECRETO PRESIDENCIAL QUE AUMENTA EM 30% A CONTA DE LUZ DOS AGRICULTORES EM SC. Reivindicamos que a CELESC não aplique o Decreto Presidencial nº 9.642 de 27/12/2018, que acaba com o subsídio que fornece descontos na conta de luz dos agricultores. O decreto entrou em vigor em janeiro de 2019 e levará nacionalmente a um aumento médio de 40% nos próximos 05 anos na conta de luz de 4,5 milhões de famílias de agricultores no Brasil. Segundo dados da Celesc e da Aneel, em Santa Catarina, haverá aumento médio de 30% nos próximos 05 anos na conta de luz de mais de 233 mil famílias catarinenses, que juntas no último ano de 2019 já pagaram a quantia mensal de R$ 2.700.000,00 a mais nas contas de luz. Essa medida está provocando o aumento do custo de vida das famílias agricultoras e a diminuição da circulação de dinheiro na economia dos pequenos municípios. Em São José do Cerrito, por exemplo, atingido pela construção da UHE São Roque, no último ano de 2019 deixou de circular a quantia de R$ 137.116,80 devido à redução do desconto de 30% para 24% aos agricultores do município.

7. PROIBIÇÃO DE QUALQUER AUMENTO NAS CONTAS DE LUZ DURANTE O ANO DE 2020. A CELESC compromete-se em não aplicar qualquer aumento ou reajuste nas contas de energia elétrica enquanto vigorar a Declaração de Estado de Calamidade Pública da Pandemia.

Medidas emergenciais para a água, junto à CASAN:
1. ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA CONTA DE ÁGUA POR QUATRO MESES a todas as famílias de consumidores dos 194 municípios catarinenses atendidos pela CASAN com consumo médio mensal de até 15 metros cúbicos, por um período mínimo de 04 (quatro) meses, abril, maio, junho e julho ou durante a vigência da Declaração de Estado de Calamidade Pública da Pandemia.

2. ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA CONTA DE ÁGUA PARA AS FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA ATÉ O FIM DE 2020. Que as famílias catarinenses de baixa renda enquadradas na tarifa social da CASAN (aproximadamente 07 mil) sejam isentas do pagamento da conta de água até o final deste ano de 2020 caso não excedam o consumo médio de 15 metros cúbicos mensais.

3. EXTENSÃO DA TARIFA SOCIAL DA CASAN PARA TODAS AS FAMÍLIAS CATARINENSES CADASTRADAS NO CADÚNICO. Atualmente 263.484 mil famílias catarinenses comprovaram os critérios e estão cadastradas no Cadastro Único do Governo Federal e se enquadram nos critérios de renda estabelecidos pela CASAN, porém, apenas aproximadamente 07 mil são beneficiárias dos descontos fornecidos pela Tarifa Social da CASAN, dessa forma reivindicamos que seja feito o enquadramento automático das 263.484 famílias a partir da conta do mês de abril de 2020.

4. DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE ÁGUA POTÁVEL às famílias de bairros, comunidades e favelas que não têm atendimento adequado pelo sistema de saneamento básico.

5. SUSPENSÃO DOS CORTES DE ÁGUA E DA COBRANÇA DAS MULTAS aos consumidores residenciais de água referente ao período de vigência da Declaração de Estado de Calamidade Pública da Pandemia.

6. PROIBIÇÃO DE APLICAÇÃO DE NOVAS MULTAS aos consumidores residenciais de água no período de vigência da Declaração de Estado de Calamidade Pública da Pandemia.

7. ANISTIA DAS DÍVIDAS e multas aos consumidores residenciais com pagamentos atrasados.
Água e energia com soberania, distribuição da riqueza e controle popular!

Por amor ao povo e amor à vida, juntos venceremos esta crise!

Abaixo, listamos alguns dos signatários do documento:
– Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB);
– Movimento de Mulheres Camponesas (MMC);
– Movimento de Pequenos Agricultores (MPA);
– Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST);
– Pastoral da Juventude Rural (PJR);
– Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP);
– Levante Popular da Juventude (LPJ);
– Mandato da Deputada Estadual Luciane Carminatti;
– Mandato do Deputado Estadual Fabiano da Luz;
– Mandato do Deputado Estadual Neodi Saretta;
– Mandato do Deputado Estadual, licenciado, Padre Pedro Baldissera;
– Mandato do Deputado Estadual Carlito Merss;
– Consulta Popular Santa Catarina;
– Frente Brasil Popular de Santa Catarina (FBP SC);
– Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH);
– Movimento Nacional de Luta Pela Moradia (MNLM);
– Marcha Mundial das Mulheres Santa Catarina (MMM SC);
– Plataforma Operária e Camponesa da Água e da Energia Santa Catarina (POCEA SC).
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