Página Correio Esportes

quinta-feira, 25 de junho de 2020

“Pandemia mostra desigualdade social brasileira”, afirma Padre Pedro

Padre Pedro questiona sistema tributário - Foto Assessoria 
Deputado questiona sistema tributário que penaliza os mais pobres e favorece ricos!
O deputado estadual Padre Pedro Baldissera disse na terça-feira 23 de junho, no Plenário da Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Alesc, que chegou a hora do 0,3% da população brasileira contribuir para que os 99,7% possam minimamente ter algum tipo de proteção e cobertura. “Uma pessoa que ganha R$ 5 mil por mês paga a mesma alíquota de Imposto de Renda (27,5%) de outra que ganha R$ 500 mil por mês”, compara.
Segundo ele, a legislação vigente é a 9.249, de 1995, quando o governo brasileiro concedeu isenção do IR à remessa de lucros e dividendos ao exterior, fazendo com que os lucros das multinacionais e a renda dos ricos não fossem tributados, facilitando o livre fluxo de recursos financeiros. 
“Essa lei contribui para que o topo da pirâmide social pague menos imposto do que a classe baixa, colaborando para a concentração de renda. O sistema em vigência agrava o ônus fiscal dos mais pobres e alivia as camadas que habitam no andar de cima.”
Conforme Padre Pedro, do total de 30 milhões de declarações de IRPF, 230 mil ganham mais de R$ 60 mil por mês e 700 mil têm renda de mais de R$ 40 mil (são os 0,3%). “Na Dinamarca a tributação da renda representa 63% do total arrecadado. Nos Estados Unidos, 49%. No Brasil, 18%. Aqui, somente 2,5% do PIB é advindo do Imposto de Renda, enquanto em países como Alemanha e Estados Unidos, esse total fica em torno de 10%”, ressaltou.
Para o deputado, a pandemia está expondo as entranhas da desigualdade brasileira. São quase 80 milhões de pessoas que vivem com renda per capita domiciliar mensal de até R$ 530,00 quase duas vezes a população da Espanha. “Com a inanição do governo federal, como essas pessoas vão ficar em casa?”

Fonte: Assessoria de Imprensa
Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

Animais de estimação são transformados em Obra de Arte nas mãos de Ana Vivian

Graduada em Design de Moda, Ana Carolina Vivian vem se dedicando a ilustrações e retratos animais de estimação, em aquarela entre outras atividades, no município de Tangará.
De acordo com as informações em seu site, Ana Vivian trabalha com atividades artísticas desde 2010. Já em 2019, tomou outro rumo profissional passando a  dedicar-se mais à ilustração, que sempre foi uma de suas paixões de infância.
Conheça mais sobre o trabalho da artista visitando o site: www.anavivian.com.br


Fonte: Agência Comunidade/Jornal Vitória



Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

Ex-atleta olímpica, Joanna Maranhão reforça necessidade de democratizar os esportes

Em entrevista, ex-nadadora explica que manifesto feito por atletas foi impulsionado por ataques recentes à democracia.
Joana, destaca a falta de politicas publicas - foto: Flávio Florido/COB
A ex-atleta olímpica Joanna Maranhão é uma das articuladoras do grupo Esporte pela Democracia, formado por profissionais ligados ao setor que se uniram para lançar um manifesto em defesa dos direitos humanos e da democracia. A ação foi impulsionada pelos últimos acontecimentos no país, principalmente pelos protestos contra o racismo.
Segundo a nadadora pernambucana, o grupo tem o objetivo de pautar questões relacionadas ao esporte brasileiro. "No Brasil, [o esporte] não é algo que tenha sido levado a sério ao longo da história. Muito pouco nos últimos governos. A criação do Ministério dos Esportes e algumas ações muito voltadas ao alto rendimento, também porque estávamos sediando grandes eventos", frisa.
Por sua atuação como atleta de alto rendimento, Joanna é considerada a melhor nadadora brasileira em olimpíadas. No entanto, em 27 de julho de 2018, ela usou suas redes sociais para anunciar que estaria se despedindo das piscinas.A respeito de sua trajetória premiada, a ex-atleta faz questão de apontar os próprios privilégios e faz críticas à visão focada apenas na meritocracia e nos patrocínios tão presentes no âmbito dos esportes.
"Eu treinei muito, me esforcei muito para ser quinta do mundo nos jogos olímpicos de Atenas, mas não posso negar o fato de que com três anos de idade fui matriculada na melhor escolinha de natação da minha cidade. Falando especificamente da minha modalidade, piscina não sobe o morro, então só aí eu já estava saindo na frente de um monte de gente. Isso não diminui meu mérito, mas eu acho que é algo que preciso pontuar. Os meus privilégios precisam ser pontuados", destaca.
Além de Joanna, também assinam o manifesto atletas como os ex-jogadores de futebol Juninho Pernambucano e Grafite, a pentatleta e medalhista olímpica Yane Marques, o comentarista Walter Casagrande, o tenista Gustavo Kuerten. Pessoas interessadas em apoiar o movimento do Esporte pela Democracia também podem assinar o documento através do site Esporte pela Democracia.

Confira em vídeo a reportagem completa:
Por Marcos Barbosa - Brasil de Fato | Recife (PE).
Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

Ana Moser: governo faz guerra de desinformação para "a boiada passar"

Referência do voleibol brasileiro, ex-jogadora participou do Café com MST, ao lado de Juca Kfouri.
Ana, teme o que vem pela frente- Foto Arquivo Pessoal 
Ana Moser é referência no voleibol brasileiro. Atuou nas quadras por 15 anos, de 1985 a 1999. Conquistou medalha olímpica (bronze em Atlanta, 1996) e 12 pódios em torneios mundiais, pela seleção e por clubes. Além da carreira vitoriosa, tornou-se referência em fazer do esporte ferramenta de inclusão social.
Foi um pouco dessa experiência que Ana Moser levou ao Café com MST. O bate-papo virtual, que contou também com o jornalista Juca Kfouri, foi realizado na noite desta segunda-feira 22 de junho.
Conduzido pelo coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Paulo Rodrigues, teve a participação de Joba Alves, também integrante da direção do MST.
A nadadora Joanna Maranhão, convidada, não pode participar porque estava envolvida nos cuidados com seu bebê.
A ex-jogadora de vôlei lembrou dos 20 anos em que já atua na área social. Com a qualificação de professores, seu Instituto Esporte & Educação busca oferecer acesso ao esporte em periferias de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. “O impacto do esporte para além de ser atleta”, explica.
Ana Moser relata que nesse tempo todo foi possível acreditar numa utopia, de um país capaz de diminuir desigualdades e ampliar oportunidades.
“O instituto começou em 2001 e passamos a viajar o Brasil em 2004 e 2005. A gente pegou a ampliação da educação, as escolas melhorando. A gente viu o Luz para Todos, cisterna no sertão, Prouni [Programa Universidade para Todos, Fies [Financiamento Estudantil], esses programas todos. A educação transformando”, destaca.

Grandeza empobrecida
Nas viagens pelo Brasil, Ana Moser conta como aprendeu a reconhecer a grandeza do país. “Passamos anos acreditando muito no Brasil e a gente sentiu isso mudando”, lamenta. “Na eleição de 2012 para prefeito já mudou bastante”, afirma sobre cidades que eram administradas pela “esquerda e passaram a ser direita”.
A ex-jogadora fez críticas ao governo Dilma Rousseff. “A gente não conseguiu mais avançar na pauta do esporte como conseguimos no governo Lula. Começamos com Fernando Henrique Cardoso, quando não tinha nada para o esporte. Era só tirar foto com medalha”, compara.
“Pouco a pouco foi empobrecendo, canalizou tudo para esporte de alto rendimento”, diz. “Depois do impeachment foi um salve-se quem puder. Municípios empobrecendo, as pessoas perdendo a fé. E na prática vários programas sociais foram caindo. Bolsa Família, as pessoas perdendo saúde, educação. E no esporte, então, a gente passou a ter de lidar com uma batalha ideológica. A guerra de comunicação mina energia de todo mundo. Desinformação, bate-boca e enquanto isso a boiada vai passando.”
“Só sou capaz de olhar para o esporte, mesmo sendo jornalista que cobre a vida toda o alto rendimento, pelo olhar da inclusão, da democratização do acesso à prática esportiva para todos. Infelizmente estamos longe disso”, lamentou também o Juca Kfouri. “Ensaiamos construir uma política nos governos Lula, com Dilma houve uma trava, e agora estão passando por cima de tudo.”

Vergonha mundial
Ana Moser se assombra com o Brasil, “que vem pela frente”, comparado ao que viu nas últimas décadas. “A crise econômica só piorou. E a crise sanitária! Nem fechamos direito e está abrindo sem ter controlado. Uma vergonha mundial. Daqui a pouco a gente não pode entrar em nenhum país”, disse.
“Não sei o que a gente vai tirar dessa crise. Se não houver um movimento muito coeso, estruturado, os pobres vão ficar mais pobres e os ricos mais ricos. E a gente não vai aprender nada com isso.”
O jornalista Juca Kfouri destacou a origem de tanto mal. “Todos os golpes nesse país têm a mesma origem. As elites não admitem que a senzala chegue perto da casa-grande. Nos governos Lula tivemos uma festa dos excluídos, mas sem atrapalhar a casa-grande. Erramos”, avaliou.
“Erramos ao fazer uma Copa do Mundo como se estivéssemos na Ásia ou Alemanha, construindo 12 estádios quando a Fifa pedia oito”, afirmou. “Era absolutamente correto que o Brasil sediasse uma Copa, mas uma Copa nossa, não do Qatar”, ironizou Juca.
“E erramos barbaramente ao trazer uma Olimpíada para cá. Porque isso coroa um processo de um país que pratica esporte, não só com atletas de alto rendimento. Um país que olha para o esporte com um fator social, provê esporte para a população”, observa o jornalista.
Necropolítica no esporte
“A Olimpíada seria o marco inicial, mas Olimpíada é coroamento, fim de processo. E hoje vemos o sucateamento da Cidade Olímpica. Equipamentos foram derrubados para que novos fossem construídos e a população perdeu o que usava antes”, criticou Juca Kfouri.
Para o jornalista, em plena pandemia, não faz sentido discutir volta dos jogos. “Diferentemente do que se fez na Alemanha, Espanha, Itália, aqui, em plena curva ascendente, se fala em voltar o futebol com absoluto descuido. Estamos enfrentando um governo da necropolítica, que além da sanha fascistóide, está pouco preocupado com a população brasileira.”
Provocado por Joba Alves, do MST, o jornalista saudou a atuação das torcidas organizadas e dos esportistas pela democracia. “A sociedade civil despertou. O pós-pandemia não pode ser como vínhamos sendo. O chamado ‘novo normal’ tem de olhar para o velho e se dar conta de que o velho era anormal. Aprendemos que o Estado tem de ser olhado de outra maneira, que a saúde pública é questão de Estado. Bíblias do liberalismo reconhecem isso”, ressaltou Juca. “Quando se olha pro esporte, e eu falo em educação, o esporte está aí dentro.”

Por Cláudia Motta – Rede Brasil Atual

Fonte: Brasil de Fato
Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

terça-feira, 16 de junho de 2020

RAÍ PEDE RENÚNCIA DE BOLSONARO E DIZ QUE SÃO PAULO É CONTRA RETORNO DO FUTEBOL

Dirigente diz que Bolsonaro tem postura irresponsável: "Foco tem que ser a pandemia"

O diretor-executivo de futebol do São Paulo, Raí, deixou de lado o seu discurso geralmente sem polêmicas e fez duras críticas ao Presidente da República Jair Bolsonaro. De acordo com o dirigente tricolor, o ideal seria que o político renunciasse ao cargo para evitar um processo de impeachment em razão de suas decisões.

"Se perder a governabilidade, eu torço e espero uma renúncia para evitar o processo de impeachment, que sempre é traumático. Porque o foco tem que ser a pandemia. (O impeachment) não é uma coisa que tem de se pensar agora, energia nenhuma pode ser gasta nisso, mas se estiver prejudicando ainda mais essa crise gigantesca de saúde, sanitária, tem que ser considerado", disse o dirigente, em entrevista ao Globoesporte.com

Raí criticou a postura do presidente em relação a forma com que está combatendo a pandemia do coronavírus. "Um posicionamento atabalhoado, é o mínimo que se pode dizer. Naquele momento, por exemplo, que ele deu aquele depoimento em rede nacional... Ele está no limite, muitas vezes, da irresponsabilidade, quando ele vai contra todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde", opinou.

Rai destaca que democracia está em perigo com Bolsonaro 

O dirigente também deixou claro que sua irritação com Bolsonaro não se resume apenas pela forma com que ele está tratando a covid-19, mas também como administra o País. "Outro absurdo do Bolsonaro é inventar crises políticas ou de interesses próprios, familiares, no meio de uma pandemia. É inaceitável. Tenho certeza que muita gente concorda, inclusive alguns apoiadores do Bolsonaro. Ele foi eleito democraticamente, mas a própria democracia está conseguindo frear", continuou.

O diretor afirmou que o São Paulo é contra o retorno precoce do futebol brasileiro, apesar da situação financeira delicada que o clube, assim como a maioria dos outros times pelo Brasil, vive. "É bom deixar claro e reforçar que a posição do São Paulo não é voltar rápido. É voltar ao seu tempo, com as orientações, e gradativamente, começando obviamente o treino sem uma data certa de quando o campeonato vai retornar."

Mantendo um discurso direto e até fugindo de seu estilo de entrevistas, Raí reclamou até mesmo do presidencialismo. "Eu acho que isso me fez até questionar o presidencialismo. Estar sujeito a uma pessoa como essa, a um presidente como esse, que foi eleito democraticamente, mas que toma decisões que confundem completamente a população. Por causa dele, e aí o cálculo pode até ser feito, milhares de mortes a mais vão acontecer", completou.

Fonte: Correio 24 horas

Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - 
COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

ZICO CRITICA POSTURA DE BOLSONARO NA PANDEMIA: 'DEVERIA DAR AS DETERMINAÇÕES'

Zico Não poupou críticas ao presidente 

A postura do presidente Jair Bolsonaro em meio à pandemia do coronavírus tem sido motivo de polêmica. Em entrevista ao "UOL", quando questionado sobre o presidente participar de manifestações e em muitas oportunidades não usar máscara, Zico, ídolo do Flamengo, não poupou críticas.

"Aqui no Brasil o presidente deveria dar as determinações. Lá no Japão, o primeiro ministro que é o interlocutor entre as autoridades e a população. Estamos vivendo um problema que coloca vidas em jogo. No Japão, a maior preocupação é com a vida das pessoas. Aqui, não. Infelizmente tem gente ainda querendo tirar proveito da tragédia das pessoas e isso não podemos aceitar", disse o Galinho.

Zico também criticou um possível desvio de verbas públicas no governo do Rio em meio à pandemia.

"Aqui no Rio de Janeiro, a gente vê dos últimos governadores, cinco sendo presos por conta de corrupção. Onde vamos parar?", questionou.

Fonte: Meio Hora

Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

PARCERIA ENTRE APAFEC E IFC FRAIBURGO, SE FORTALECE!

Componentes doados

O Instituto Federal Catarinense - IFC Campus Fraiburgo está realizando atividades de aula online com seus estudantes.

Porém, vários educandos da instituição federal de ensino, não possuem computador em casa. Para contribuir com estes discentes, a equipe de professores e técnicos estão organizando uma CAMPANHA DE DOAÇÕES COMPUTADORES (estando eles funcionando ou não) como também doações de peças diversas (teclados, mouses, monitores, só gabinetes ou ainda cabos de energia para computador).

Com objetivo de colaborar com a campanha e fortalecer a parceria existente entre a Apafec e o IFC, através do Projeto Ser Solidário é Cuidar-se, foram doados na quarta-feira 10 de junho, os seguintes componentes: 18 Teclados; 05 Conjuntos de caixa de som; 20 Mouses; e 04 Monitores.

Qualquer contribuição ajudará, pois poderá ser montada um PC com várias doações. Se possui algo para contribuir com os estudantes do IFC, faça contato pelo fone: (49) 3202-8800, as doações disponibilizadas podem ser entregues direto no IFC Fraiburgo, localizado na rua Cruz e Souza - Centro ou serão buscadas em sua casa pelos responsáveis da campanha.

COLABORE, POIS SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE!

Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

QUILOMBOLAS DE FRAIBURGO RECEBEM APOIO DO PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE...

Na sexta-feira 12 de junho, as famílias Quilombolas dos Poli, receberam 04 cestas básicas do Projeto Ser Solidário é Cuidar-se, 03 (três) cestas foram doados por professores/as e servidores/as do IFC Fraiburgo, a outra por amigos/as e aliados/as do CPC São Miguel, Karatê-dô e Apafec.
Quilombolas de Fraiburgo recebem apoio
As três entidades são as organizadoras do Projeto Ser Solidário é Cuidar-se, criado durante a pandemia do Coronavírus, e ter por objetivo auxiliar famílias com maior vulnerabilidade social e econômica agravada pela crise da Covid 19.
Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

segunda-feira, 15 de junho de 2020

DISTRIBUIÇÃO DE SACOLAS DE PRODUTOS ORGÂNICOS...

Ação solidária envolveu movimentos e organizações sociais

Quinta-feira 11 de junho, dia de Corpus Christi, foi dia de trabalho no PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, realizou mais uma ação, trata-se da distribuição de 70 Sacolas de Produtos Orgânicos.

Cada sacola de produtos orgânicos contêm:Aipim; Chuchu; Laranja; Uma cabeça de alface americana; Uma cabeça de alface crespa; Um maço de couve; Um maço de cebolinha verde; e Um maço de salsinha.

Produtos frescos e agroecológicos - foto Cesar Malinoski 

Essa ação do PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, em tempo de pandemia tem duas finalidades: Que trabalhadores/as urbanos tenham acesso a alimentos orgânicos; e Gerar renda para agricultores/as dos assentamentos de Fraiburgo/SC.

Apoiaram essa iniciativa:

SINTE Regional de Videira;

CRESOL Fraiburgo;

Escola Agrícola 25 de Maio;

APAFEC;

Coopercontestado;

SITICOM;

Karatê-dô Fraiburguense;

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST;

SINTSER;

Conselho Pastoral da Comunidade São Miguel;

Alindro Oliveira e Família;

Professora Dandy Santos e Família;

Professor Luiz Coelho e Família;

João Carlos Rodrigues e Família;

Jilson Carlos Souza e Família;

Jair Rozentalski e Família;

Professora Simone Jombra e Família;

Sighart Seidel e Família;

Roberto Bohnenberger e Família.

Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

TRABALHADORAS/ES DO IFC DOAM MAIS 16 CESTAS BÁSICAS AO PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE!

Durante a terça-feira 09 de junho, trabalhadoras/es do IFC - Campus de Fraiburgo, doaram mais 16 cestas básicas com os seguintes itens: 5kg de arroz, 5kg de trigo, 2kg de feijão, 2kg fubá, 1kg sal, 1 litro óleo, 3kg macarrão, 5 litros de leite, 1 barra de sabão, 2 bisnagas de creme dental, 5 sabonetes, 2kg de batatinha, 1kg de tomate, 1kg de banana e 1kg de maçã.
15 cestas básicas, foram pagas com recursos financeiros, arrecadado por professoras, professores e demais servidores do IFC Fraiburgo, essa é a segunda vez que que o pessoal do IFC Fraiburgo, apoia o Projeto Ser Solidário É Cuidar-se, e 1 (uma) cesta foi doada pelo Supermercado Superbom, que ofereceu o menor preço global, por isso, foi escolhido como o fornecedor dos produtos.
Segunda vez que os/as trabalhadores/as do IFC Fraiburgo doam ao projeto
As cestas básicas foram repassadas ao PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, e foram entregues a famílias cadastradas.
"Agradecemos a confiança e respeito ao nosso trabalho, e pela solidariedade dos/as professores/as do IFC", comenta Luiz Coelho, da integrante de uma das entidades realizadoras do PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE.
Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

quarta-feira, 27 de maio de 2020

‘Quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos que querem matar e exterminar’

Padre Júlio Lancellotti responde à pergunta 'o que é seguir Jesus Cristo?' e mostra que se aproximar da religião é incompatível com a defesa das ideias do governo Bolsonaro.

Em defesa dos movimentos sociais, das minorias e dos pobres, a professora Fernanda Carlone, que mantém no YouTube um canal chamado Momento Filosófico divulgou depoimento do padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da Arquidiocese de São Paulo, em que ele responde à pergunta “o que é seguir Jesus Cristo?” e que mantém a atualidade, apesar de o vídeo ter sido gravado em outubro de 2018. ASSISTA CLICANDO AQUI!

O padre fez uma crítica contundente ao então candidato à presidência Jair Bolsonaro, ao destacar que quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos que querem armar a sociedade.

Padre Julio - foto:Rovena Rosa/Agência Brasil

“Eu me posiciono sempre a favor da vida, a favor dos fracos, a favor dos pequenos, a favor das minorias, daqueles que lutam, a favor dos sem terra, dos sem casa, a favor da população de rua, da comunidade LGBT, a favor dos nordestinos, dos negros, dos refugiados, dos abandonados, das mulheres trans, dos homens trans, de todos aqueles que são considerados lixo, escória, todos aqueles que são evitados, todos aqueles que são exterminados”, disse o sacerdote.

“É do lado deles que quem segue Jesus Cristo tem que estar. Quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos poderosos, dos violentos, dos que querem armar a sociedade, dos que querem matar e exterminar”, defendeu.

“Não pode estar do lado daqueles que dizem que as minorias têm de ser submetidas pela maioria, que tem que acabar com os ativistas, que tem que acabar com os movimentos. O cristianismo não passa por aí. Por aí passa a ignomínia, a vergonha, a desumanização. Jesus é claro: ele está do lado dos pobres, dos fracos e dos pequenos.

Por Redação RBA - Publicado 16/01/2020 - 17h23

Publicidade/BED


Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

Câmara aprova auxílio emergencial de R$ 3 bilhões à cultura

Imagem de divulgação 

Os trabalhadores da cultura, praticamente o primeiro setor a parar completamente devido à crise do novo coronavírus, passaram a enxergar ontem 26 de maio, na Câmara dos Deputados uma luz com a aprovação do Projeto de Lei (PL 1.075) que estabelece ações emergenciais para lhes socorrer neste período de suspensão das atividades.

A proposição inicial foi da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e se ancorou em três vertentes: renda básica, assistência aos equipamentos culturais e editais. Com a aprovação do Substitutivo da relatora Jandira Feghali (PCdoB-RJ) serão destinados R$ 3 bilhões para ações emergenciais no setor cultural.

O PL, elaborado em parceria com outros 23 parlamentares, garante três parcelas de R$ 600,00 para trabalhadores informais da cultura com baixa renda e um subsídio que pode variar, a critérios dos estados, de R$ 3 mil a R$ 10 mil para a manutenção de espaços culturais. Em contrapartida os espaços auxiliados deverão a realizar eventos mensais para estudantes da rede pública por um ano após a retomada das atividades de cada local.

O texto, que agora vai para o Senado, tem ainda a proposta de se chamar Lei Aldir Blanc, uma homenagem ao compositor vitimado pela Covid-19 e que não recebeu as devidas homenagens do Governo Federal.

 

A atividade emprega 5 milhões de pessoas

Para políticos e integrantes da classe artística, foi mais uma demonstração do protagonismo do parlamento no meio da inoperância do Governo Federal diante de uma atividade econômica que movimenta mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega cerca de 5 milhões de pessoas, mais de 5% da mão de obra nacional.

O fato é agravado porque a maioria desses trabalhadores exercem seu ofício de forma autônoma e são dependentes de trabalhos sazonais sem direitos trabalhistas. Muitos não conseguiram aderir ao Auxílio Emergencial do Governo Federal, inicialmente uma proposta de R$ 200 que evoluiu para R$ 600 devido também a intervenção do Congresso.

Segundo a deputada Benedita da Silva, diante da calamidade, existem artistas, produtores, atores e empreendedores individuais passando necessidade. Muitos, conforme registra, ainda dependendo de doações de cestas básicas. “É justo que eles também tenham essa renda básica emergencial”, diz. Benedita ainda ressalta que, se o setor cultural foi o primeiro a paralisar diante da pandemia, a tendência aponta que “será um dos últimos a voltar”.

Por Marcelo Menna Barreto.

Fonte: Desacato.info

Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

Jogadores de clubes de menor investimento se viram para sustentar a família em meio à pandemia!

Carrões, imóveis de luxo, relógios e roupas caras. Para muitos, a vida de jogador profissional de futebol é feita de dinheiro, glamour e status. Só que para quem rala pesado nos clubes de menor investimento a realidade é bem diferente: atraso de salários e condições ruins de trabalho. E esse cenário ficou pior após a suspensão das competições por causa da pandemia do novo coronavírus.

Se antes já era difícil, agora é questão de sobrevivência se virar sem a bola nos pés. O zagueiro Carlos Alberto, do América, tenta dar um bico na crise. Ele trocou as chuteiras pela tesoura e agora faz a cabeça da clientela na Barbearia Humildes, em Parada Angélica, em Duque de Caxias. Por ele, mesmo com o pico de contágio alto da doença no Rio, as atividades deveriam ser retomadas.

"Estamos entre a cruz e a espada: se ficarmos em casa, passamos fome, mas, se sairmos, corremos risco. Mesmo assim, eu sou a favor de voltar", disse o jogador, de 26 anos.

Carlos trocou as chuteiras pela tesoura num salão - foto: Luciano Belford

Revelado pelo Fluminense e com passagens em vários clubes pequenos do Rio, o lateral-esquerdo Amarildo, hoje no Timon, do Piauí, conta com a ajuda da mulher para segurar as pontas em casa: "Está dando para levar, ela é professora e a gente tem conseguido pagar nossas contas. Não temos as condições financeiras de atletas da elite. Por isso, temos que cuidar da saúde para o futebol voltar logo".

Emprego de motorista

Embora a situação seja um pouco menos caótica no Esporte Clube Águia Negra, do Mato Grosso, que disputa a Série D do Brasileiro e honrou as folhas de abril e maio, ficar de braços cruzados não era opção.

O lateral-esquerdo Fabiano, de 34 anos, não titubeou quando surgiu a chance de se empregar como motorista de uma usina da cidade. "Tenho duas filhas. Já estou indo para o segundo mês empregado. É uma grana que tem me ajudado muito", contou Fabiano, que é de Nova Iguaçu.

Por: Luciano Paiva – publicado originalmente O Dia em 15 de maio 2020.

Publicidade/BED

Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

TV UEL apesenta o documentário – “Contestado: Memória e Esperança”!

É a primeira produção deste gênero feita pela TV UEL (Universidade Estadual de Londrina). No documentário, os herdeiros da Guerra do Contestado, no Sul do Brasil, rompem o silêncio imposto pela República por meio de lembranças que repousam nas sombras territoriais do continente americano até hoje. ASSISTA CLICANDO AQUI!
A luta da Caboclada segue. Foto: Marciel Borges/ Rádio Colmeia
O documentário acompanha o trabalho do projeto de extensão e pesquisa da Universidade Estadual de Londrina “Vivenciar e Agir Sobre Terras (in)contestáveis” em uma viagem pelos caminhos do Monge João Maria e sua estreita ligação, com os costumes, a cultura e a resistência cabocla.
Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Essa iniciativa tem apoio do BED

Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Fifa autoriza cinco substituições por jogo

Imagem de divulgação
A Fifa (Federação Internacional de Futebol), entidade máxima do futebol profissional, autorizou na manhã do dia 8 de maio, que os clube realizarem até cinco substituições em um único jogo, quando forem reiniciadas as competições da modalidade, paralisadas devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).
A medida temporária vale a partir do dia 1º junho para os campeonatos com término no dia 31 de dezembro deste ano. A alteração também limita para três o número de paradas para que sejam feitas as cinco substituições durante os 90 minutos de partida.
Aprovada pelo IFAB (Internacional Association Board) - órgão que regulamenta as regras do futebol mundial - a mudança visa "ao bem-estar do jogador", diz o comunicado oficial publicado no site da entidade. A preocupação diz respeito a possíveis lesões e sobrecarga física dos atletas, tendo em vista que após a retorno dos campeonatos o intervalo entre um jogo e outro será menor.

Fonte: Agência Comunidade/Jornal Vitória
Publicidade/BED
Essa iniciativa tem apoio do BED
Blog Esportes em Debates - COMUNICAÇÃO E ESPORTES EM COLETIVO!