Página Correio Esportes

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

2º Festival de Bets da APAFEC acontece no domingo 16/11/14


A coordenação do Projeto Esporte Bemlegal – PEB, desenvolvido pela Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular) desde abril de 2003, realiza no domingo (16/11), o 2º Festival de Bets da entidade, que acontecerá no Santuário Nossa Senhora de Fátima, das 7h00min as 16h00min.

O 2º Festival de Bets da Apafec terá a participação de meninos e meninas dos projetos sociais da Apafec, integrantes do Projeto Cidadão do Futuro de Karatê-dô e crianças e adolescentes da rede municipal de ensino de Macieira-SC.

As disputas serão nos naipes masculino, feminino e também misto, as duplas serão definidas por sorteio e por idade, durante a assembleia para definição em coletivo das regras do festival, o objetivo de escolher as duplas e definir as regras em coletivo é promover uma maior integração entre as meninas e meninos participantes do 2º Festival de Bets da Apafec.

Todos que participarem receberão premiação e também haverá premiação, para os três primeiros colocados de cada categoria e naipe.

Curiosidades do Bets
O bets, também é conhecido como jogo de taco, ou bete-ombro é praticando geralmente na rua por crianças e adolescentes. Existem várias versões sobre a origem dessa brincadeira. Uma delas é que foi criada por jangadeiros no Brasil durante o século XVIII, outra é que ele era praticado por ingleses da Companhia das Índias Ocidentais, que jogavam taco nos porões do navio durante a viagem de travessia dos oceanos.

Em Minas Gerais o jogo de bets é conhecido como ‘bete-altas’, a expressão seria derivada de ‘bats out’, já em Belém do Pará o jogo é conhecido como castelo ou casinha.

Para praticar o bets, são necessários dois tacos de tamanho médio, dois alvos (podem ser garrafas plásticas, latas de refrigerante ou pedaços de madeira apoiados em forma de tripé; tradicionalmente eram três ramos sem folhas de cerca de 30 cm) e uma bola pequena de borracha, uma bola feita de meias, ou até mesmo uma bola de tênis.

Por se tratar de um jogo típico de cidades do interior do Brasil, praticado em campos abertos, descampados e até mesmo na rua, não há utilização de equipamento de segurança, mas podem ocorrer acidentes, principalmente com os tacos. O lançador fica atrás do rebatedor, por isso, deve ficar um pouco afastado, pois, pode ser atingido pelo manejo do taco.

Tomado do Portal da Apafec

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Etapa de Bocha Quarteto aconteceu sexta-feira na comunidade de Aparecida


Na ultima sexta-feira dia (31/10), aconteceu a segunda etapa do 8º Campeonato Municipal de Bocha Quarteto de Macieira, na comunidade Aparecida, interior do município. A rodada contou com cinco partidas, disputadas na cancha da comunidade.


Na primeira partida da noite envolvendo os primeiros colocados da chave “A”, vitória da equipe do Paiol da Pedra frente à Macieira “B”, na sequencia a equipe do Tamanduá “B” venceu o Km 30 por 12 a 8. Na terceira partida da noite o São Caetano conheceu sua primeira derrota no certame para equipe do Tamanduá “A”, por 12 a 3.


Na quarta partida da noite a equipe da Luagel obteve uma virada esplendida por 12 a 11 contra a Macieira “A”. Para finalizar a rodada a equipe anfitriã, Aparecida, fez bom uso do conhecimento de sua cancha e venceu por 12 a 5 os Amigos da Galera, que seguem sem vencer na competição.


A terceira rodada do campeonato acontece na próxima sexta-feira dia 07/11, na comunidade do Tamanduá.


Por Paulo Eduardo Gonçalves da Silva – popular Tico-tico.

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FME’s ilegais?


A Fundação Municipal de Esportes de Joaçaba está ilegal, segundo o ministério público de Santa Catarina, por isso, o promotor Jorge Eduardo Hoffmann, responsável pela 2ª promotoria de justiça de Joaçaba, e a prefeitura municipal, estiveram reunidos na manhã da quarta-feira (22/10), visando melhorar os serviços públicos oferecidos nas áreas de esporte e transparência nos gastos dessa referida entidade.

O objetivo do encontro foi definir prazos para adequação da gestão pública municipal ao disposto na legislação. Durante a reunião, o promotor Hoffmann, explicou que existem equívocos jurídicos na criação da entidade, que não existe tecnicamente no papel.

“Durante os procedimentos preparatórios, observei que a constituição legal da Fundação nunca existiu, apesar de ela estar realizando, na prática, serviços na área do desporto municipal. Assim sendo, a proposta é de extinção dessa entidade e criação de órgão oficial, que atenda o que lei prevê” revelou o promotor.

Fundações públicas


No Brasil, as fundações públicas são organizações dotadas de personalidade jurídica de direito público, sem fins lucrativos, criadas para um fim específico de interesse público, como educação, cultura, pesquisa e esporte. As fundações públicas possuem autonomia administrativa, patrimônio próprio, e funcionamento custeado, principalmente, por recursos do poder público, ainda que sob a forma de prestação de serviços.

Segundo o Supremo Tribunal Federal, a distinção entre fundações públicas e privadas decorre da forma como foram criadas, da opção legal pelo regime jurídico a que se submetem, da titularidade de poderes e também da natureza dos serviços por elas prestados.

A lei 7.596/87 prevê que as fundações públicas devem ter personalidade jurídica própria (CNPJ próprio), com escritura pública de sua constituição devidamente registrada no cartório de registro civil de pessoas jurídicas, entre outras obrigações legais.

Em seu município...


Caros leitores e leitoras, profissionais de educação física, amantes do esporte vocês sabem como está constituída a Fundação Municipal de Esporte do município onde vives? Tem CNPJ próprio? Quem são os membros da diretoria? Como são feitas as prestações de contas?

Somente teremos esporte de qualidade se as FME’s tiveram organizadas juridicamente e com autonomia para promoverem a gestão das políticas publicas do esporte. Com a palavra os gestores públicos...



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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Campus do IFC de Fraiburgo promove aulas preparatórias para o ENEM 2014


Nesta época do ano os estudantes que estão cursando o Ensino Médio intensificam a dedicação aos estudos devido à preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. No entanto, para conseguirem obter um bom desempenho nas provas, geralmente os educandos precisam de auxílio e dicas dos professores.

Por isso, o campus do Instituto Federal Catarinense – IFC de Fraiburgo organizou aulas preparatórias para o ENEM, que neste ano acontecerá nos dia 08 e 09 de novembro.

Segundo o professor de Geografia do campus do IFC de Fraiburgo, Marcelo Silva os pais devem incentivar seus filhos a dedicarem-se aos estudos nesse período de preparação, para o Enem, pois o exame abre as portas para o ingresso em um curso superior das universidades publicas e comunitárias através do Prouni.

As aulas são gratuitas e as vagas são limitadas. Os aulões acontecerão de 03 a 07 de novembro das 19h00min as 22h00min. As matrículas devem ser feitas no IFC e serão disponibilizadas 50 (cinquenta) vagas. O IFC Fraiburgo está localizado temporariamente na rua Emílio Vescovi, nº 123, Bairro Jardim América. Mais informações pelo fone: (0**49) 3246 – 9850.


Com informações do Departamento de Jornalismo Rádio Fraiburgo e do Portal do IFC Campus de Fraiburgo.


Tomado do Portal da Apafec


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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

As lições do Futebol de Rua


O potencial educativo do futebol é fantástico. Diariamente milhões de pessoas, de alguma maneira, são influenciadas por ele. Compreendendo a fascinação que o futebol exerce sobre as populações, em vários lugares do mundo educadores se mobilizam para reunir, em torno do futebol, crianças e adolescentes. O objetivo é, além de ensinar o futebol, aproveitá-lo como veículo de educação para tornar a vida dos mais necessitados digna, cidadã, de modo que possam crescer e contribuir na construção de um mundo melhor.

Dos movimentos educacionais ligados ao futebol, o mais mobilizador é o Street Football World, movimento que convida jovens de todo o mundo a praticar Futebol para um mundo melhor.

Atualmente são 101 organizações em 62 países ao redor do mundo. No Brasil esse movimento é representado pela Comunidade de Aprendizagem de Futebol para o Desenvolvimento.

Essa comunidade constitui uma ampla rede de organizações que trabalha com o futebol para o desenvolvimento, reunindo cerca de 30 instituições em todas as regiões brasileiras, mantendo permanentemente conexões, por meios virtuais e presenciais, para compartilhar conhecimentos.

A missão da Comunidade de Aprendizagem é promover o futebol como ferramenta educacional para o desenvolvimento pessoal e a transformação social. A visão da Comunidade é ser referência como coletivo de organizações capazes de socializar experiências com o futebol educacional, otimizando práticas, potencializando conquistas e incidindo em políticas públicas.

Entre os dias 8 e 11 de outubro, representantes dos vários trabalhos de futebol educacional ligados à rede Comunidade de Aprendizagem reuniram-se em Fortaleza para compartilhar suas experiências. Os relatos apresentados constituem modelos da força mobilizadora do futebol entre crianças e jovens e seu potencial para educar para um mundo melhor.


As práticas do Street Football World, cuja madrinha é a jogadora Marta, são chamadas, no Brasil, de Futebol 3, ou Futebol de Rua.

É uma maneira diferente de vivenciar uma partida de futebol; os participantes jogam em times mistos e não há árbitro, mas um mediador.

O jogo é desenvolvido em três tempos: no primeiro tempo os jogadores se reúnem e fazem os acordos que deverão ser seguidos durante a partida. No segundo tempo realizam o jogo propriamente dito; no terceiro tempo novamente se reúnem para avaliar a partida. Os tempos gastos em cada um desses tempos pode variar de partida para partida. No Futebol 3 os jovens são os protagonistas principais do jogo.

Uma das ideias centrais é fazer com que o Futebol 3 seja inclusivo e desenvolva valores éticos importantes para uma vida mais justa, mais digna e cidadã. Que os praticantes levem, do campo de futebol, conhecimentos para suas vidas fora do campo.


Por João Batista Freire, professor Livre Docente aposentado da Unicamp, além de ter trabalhado na USP e na Universidade Federal da Paraíba e na Universidade Estadual de Santa Catarina, e autor de diversos livros sobre Educação Física e Esporte.

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