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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Vamos falar de currículo?

Pena - foto de divulgação
Por Emerson Souza*
Mesmo vivendo fora do Frai já há alguns anos não me desligo do noticiário local às vezes acompanho pelas rádios em outras pelos sites de notícias, blogs. Você pode até sair do Frai, mas o Frai nunca sai de você. 
Como não poderia deixar de ser, Fraiburgo vive nos surpreendendo em alguns aspectos de maneira positiva, outros nem tanto. Em qualquer lugar do mundo quando um indivíduo pretende se candidatar para uma determinada vaga de emprego, este pega suas experiências acadêmicas e profissionais e envia o seu currículo para a área responsável pelo recrutamento e seleção. Quando uma instituição pretende contratar, a mesma vai ao mercado e lança a vaga para a ampla concorrência traçando perfil e formação desejada bem como remuneração para tal atividade a ser exercida.
Dias desses, novamente me inteirando das noticias do Frai. Surpreendo-me, ao ver o professor Juliano Zonta (Pena) representando outro município, fui me aprofundar no assunto e o professor Pena foi demitido sem maiores explicações de suas atividades junto a Fundação Municipal de Esportes.
Agora vamos aos fatos que são inquestionáveis. O professor Juliano desde a época em que atuava como atleta de xadrez, figura entre os grandes tabuleiros do estado para não dizer do país. Como professor formou várias gerações de atletas e os resultados estão aí, para todos que quiserem conferir. Ou seja, um grande currículo na área do xadrez. De maneira simples, o cara é bom, competente. (Nunca vai lhe faltar trabalho).  Qualquer instituição minimamente inteligente faria de tudo para manter um funcionário assim nos seus quadros.
O que me fez pensar no título deste artigo de opinião foi justamente há falta de informação com relação ao currículo das pessoas que demitiram Juliano.  Pesquisei, mas não encontrei nada com relação à formação esportiva/técnica dos algozes do professor Pena.  Gostaria de conhecer um pouco mais sobre a formação na área de gestão esportiva e técnica dessas pessoas.
O ponto central que devemos refletir é, o setor público na maioria dos cargos não exige formação, por quê? Digo mais, até quando as fundações de esporte serão ocupadas por pessoas sem a formação adequada? Seria o esporte uma área de menor valor, portanto qualquer um pode administrar?

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*Emerson Souza – profissional de educação fraiburguense, especialista em treinamento esportivo, professor universitário, árbitro de voleibol, participe de várias experiências esportivas comunitária, atualmente radicado em São Bento do Sul.
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