Página Correio Esportes

sábado, 12 de março de 2016

Festa Julina do bairro São Miguel será organizada por conjunto de instituições

Oito grupos enviaram representantes para participar do encontro.
Reuniram-se na quinta-feira (10/03), representantes 08 coletivos dos bairros São Miguel e Nossa Senhora Aparecida, são eles: Associação de Moradores do Bairro Nossa Senhora Aparecida; Associação de Moradores do Bairro São Miguel; Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô; Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular (Apafec); Conselho Pastoral Comunidade São Miguel; Estudantes do 3º Ano da Escola Eurico Pinz de Ensino Médio; Grêmio Estudantil da Escola Eurico Pinz de Ensino Médio e Grupo Voluntário Vida e Cidadania – GVC.

Iniciativa é inédita e a festa será organizada em conjunto por no minimo oito organizações!
Os presentes decidiram por organizar em conjunto a Festa Julina do Bairro São Miguel, a ser realizada nos dias 09 e 10 de julho no pavilhão Comunitário do bairro São Miguel, com várias atrações culturais e com a venda de comidas típicas.


No dia 22/03, o conjunto de organizações sociais fará o segundo encontro, na oportunidade será escolhido uma comissão, integrada por pelo menos dois representantes de cada dos 08 coletivos citados acima e de outros que por ventura se junte e decidam colaborar para a realização dos festejos julinos. Essa ficará responsável por coordenar coletivamente os preparativos para a realização da Festa Julina do Bairro São Miguel.



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Supere o Medo de “Bater no Muro” na Maratona

A preparação para completar uma maratona começa meses antes do dia da prova. Além de uma certa experiência no esporte, é fundamental que o atleta treine bastante. Mas mesmo com toda a preparação, alguns corredores colocam sobre si mesmos uma pressão enorme para encarar a distância, o que acaba levando muitos atletas a “bater no muro”, gíria utilizada para definir a sensação de cansaço extremo geralmente sentida por volta do quilômetro 30, e que pode levar à desistência.
Para evitar o problema, o acompanhamento psicológico tem papel fundamental. “O trabalho de adaptação física e mental para encarar uma disputa tão dura deve fazer parte do treinamento”, diz o psicólogo esportivo Maurício Pinto Marques.
Assim como para as distâncias percorridas, o trabalho mental deve ser realizado de maneira progressiva. “A maioria dos atletas que quebram antes do fim do percurso de uma maratona já correram 42 km (ou algo próximo a isso) em algum treino. Ou seja, não se trata de uma limitação física, e sim um desgaste mental durante a prova, que esgota o corredor antes da hora.”

Intensificando o trabalho psicológico
“O ideal é trabalhar com metas de curto, médio e longo prazo, que influenciam diretamente na motivação do corredor e, principalmente, na forma como ele se comporta nos treinos e provas menores”, comenta Maurício. Ele propõe um exercício para ajudar: colocar no papel esses objetivos que devem ser concretos, mensuráveis e com prazo de validade. Deixe a anotação em algum lugar visível e, sempre que possível, releia-a como uma forma de afirmar aonde quer chegar.

O muro me derrubou. O que fazer?
Se você ficou traumatizado por não ter conseguido completar uma maratona, o psicólogo tem uma sugestão: mais foco no seu potencial e na meta que deseja atingir. “A recuperação se dá com a retomada dos treinos e a intensificação da preparação mental”, explica. “Quebrar uma vez quer dizer que você não conseguiu naquele dia, mas não é uma sentença de morte atlética.” Cultivar crenças limitantes como imaginar que nunca vai conseguir completar os 42 km pode acabar trazendo dúvidas, ansiedade, tensão muscular, uso incorreto da respiração e, novamente, a quebra.
“Diante do ‘muro’, parar é sempre uma opção”, defende Maurício. “Mas o auto diálogo positivo, em conjunto com otimismo e confiança na sua preparação e capacidade para concluir o percurso, podem ajudar muito.” Dica final do especialista: separar a corrida em vários pequenos trechos ou conquistas e desfrutar o caminho é uma saída para chegar até o fim da maratona.

Por: Olavo Guerra – São Paulo

Fonte: Portal Sua Corrida

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Entidades concluíram a construção dos outdoors

Dois outdoors, instalados na lateral da Rodovia Aírton Senna,
curva próxima à entrada do bairro São Miguel
Na sexta-feira (11/03), a Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô e a Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular) concluíram a construção de dois outdoors, instalados na lateral da Rodovia Aírton Senna, curva próxima à entrada do bairro São Miguel – Fraiburgo/SC.
O projeto dos outdoors tem por objetivo diversificar a mobilização de recursos financeiros a serem investidos na manutenção e ampliação das ações sociais e esportivas desenvolvidas pelas duas associações.
A partir de segunda-feira 14/03, os outdoors já estarão disponíveis para serem alugados a: empresas, ao comércio em geral, pessoas e a outras instituições, estes poderão desenvolver suas campanhas publicitárias e divulgar seus produtos para uma população de mais de 11 mil habitantes. Os interessados em alugar os outdoors podem fazer contatos pelos fones: 9952 – 44109 e 9111 – 6453.
Para esse projeto ser concluído, muitos esforços empreendidos. Uma dezena de pessoas doaram horas preciosas de trabalhado voluntário ou contribuíram de alguma forma, são elas: Atair Pires de Souza; Cesar Frey (cedeu gentilmente o terreno); Claudio Ribeiro da Silva; Felipe Matheus dos Santos; Jilson Carlos Souza; João Carlos Rodrigues (responsável pela carpintaria); Jocimar Subtil; Luiz Coelho; Roberto (proprietário da camionete na qual foram deslocados os materiais); Wellington; e o jornalista Wilson Cesar Malinoski (assessoria técnica).
As seguintes empresas e pessoas também colaboraram para a construção dos outdoors: Atiaia Materiais de Construção (pregos); Pedra Azul Materiais de Construção (madeiras e palanques); Restaurante da Tatá (marmitas); Sensei Toninho (madeiras para as estacas) e Videdobras (chapas galvanizadas).  
O dinheiro do aluguel dos outdoors será investido em atividades
culturais, esportivas, sociais e artísticas.
É importante destacar que ao alugar os outdoors para suas campanhas publicitárias às empresas, instituições, o comércio em geral e pessoas contribuirão de maneira direta com o desenvolvimento das atividades culturais, esportivas, sociais e artísticas desenvolvidas pela Apafec e pela Associação Vital.


Serviço: Aluguel de Outdoors;
Local: Rodovia Aírton Senna (curva próxima à entrada do bairro São Miguel);
Finalidade: Mobilização recursos financeiros através do aluguel dos outdoors, a serem investidos ações sociais e esportivas da Apafec e do Karatê-dô de Fraiburgo;

Informações: (0**49) 9952 – 44109 com Luiz Coelho e 9111 – 6453 com Jilson.


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quarta-feira, 9 de março de 2016

Estão abertas as matriculas para as aulas de violão e música da Apafec

Participantes das aulas violão e música da Apafec em 2015
Entre os dias 09 a 16 de março, estão abertas as matriculas para as aulas de violão e música da Apafec (Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular). As matriculas pode ser feitas somente pelos telefones: (0**49) 9111 – 6453 (vivo), (0**49) 9931 – 6598 ou pelo e-mail: apafec@apafec.org.br
As aulas acontecerão nas quintas e sextas-feiras no horário das 20h40min às 21h40min, no Cecap (Centro de Educação Cultura e Arte Popular) são destinadas para crianças, adolescentes, jovens e adultos. São apenas 10 vagas e os matriculados serão definidos por ordem de chegada.
As aulas e matriculas são gratuitas e serão ministradas pelo educador musical Rafael Carlos Rodrigues. A primeira aula acontecerá na quinta-feira (17/03) às 20h40min, e será em conjunto para os 10 novos matriculados/as. Os menores de idade deverão estar acompanhados pelas mães, pais ou responsáveis para assinarem a ficha de matricula.  
Você pode apoiar essa iniciativa desenvolvida pela Apafec, através do Projeto de Cultura Itinerante Mário Lago. Como? Doando violão! Esse pedido é dirigido a pessoas, que tem violão em casa e já não utilizam mais.
Para cada estudante é emprestado um violão, o estudante leva o instrumento para casa, e pode praticar no seu lar entre uma aula e outra e dessa forma amplia o processo de ensino-aprendizagem. O violão será recolhido no final desse ano, para que em 2017 os instrumentos sejam utilizados por outras pessoas. Seja solidário, ajude a formar novos violeiros e violeiras.
Para obter mais informações, fazer a matricula nas aulas de violão e música da Apafec, ou para fazer doação de violão entre em contato pelos fones: (0**49) 9111 – 6453 (vivo) e (0**49) 9931 – 6598 (tim) ou pelo e-mail: apafec@apafec.org.br



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terça-feira, 8 de março de 2016

Militante é agredida durante mobilização em São Miguel do Oeste/SC

Militante do coletivo da PJMP-PJR que foi agredida
A Militante do coletivo da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP) e Pastoral da Juventude Rural (PJR), Maura Letícia Tesser, foi agredida nesta terça-feira, dia 08, em São Miguel do Oeste/SC, durante a mobilização do Dia Internacional da Mulher. Maura estava contribuindo com a equipe de segurança da marcha quando sofreu a agressão.
Os militantes de diversos movimentos populares, pastorais sociais, Igreja, organizações urbanas e camponesas mencionavam sua pauta de reivindicações em frente a Caixa Econômica Federal de São Miguel do Oeste, quando uma pessoa de fora das organizações tentou se infiltrar na barreira feita por homens e mulheres, do campo e da cidade, que estavam em mobilização e negociação com os representantes da Caixa Econômica. “A pessoa começou a empurrar os companheiros e companheiras que estavam fazendo o fechamento da Caixa Econômica durante o tempo de negociações. Iniciou-se um tumulto e essa mesma pessoa começou a dar socos para todos os lados. Consegui tirar a pessoa e empurrá-la para fora. Sofri arranhões no braço e também no rosto”, relatou a militante.
Companheira da PJMP/PJR foi agredida também no braço com arranhões
Maura disse ainda que um Boletim de Ocorrência foi registrado contra ela. “Ele (o homem que a agrediu) registrou um Boletim de Ocorrência contra mim, como se ele fosse a vítima”, contextualizou Maura, enfatizando ainda que neste dia 08 de março, embora a pauta das organizações tenha sido clara nas ruas de São Miguel do Oeste, a violência, a agressão e os xingamentos praticados por uma parcela da sociedade Migueloestina mostram a profunda necessidade de mudança. “Estamos reivindicando nas ruas direitos que servem para estas pessoas também, que são trabalhadoras. Não dá para entender”, disse ela.
Militante estava contribuindo com a segurança da mobilização quando foi agredida
O Jovem Leonardo Lucas Vilanova, Militante da Pastoral da Juventude Rural (PJR), destacou apoio a companheira agredida e salientou que essa violência faz parte da cultura machista, patriarcal que desenvolve-se a partir do Capitalismo. “Repudiamos a violência contra a nossa companheira e também todos os outros tipos de violência que a militância sofre no dia a dia. Precisamos acabar com essa cultura machista”, reforçou.
Militantes reivindicavam seus direitos no centro da cidade quando aconteceu a agressão
Da mesma forma, o coletivo da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR), repudia a agressão contra a companheira Maura Letícia Tesser. Aponta aqui, sua indignação e repulso contra as atemorizações que este coletivo tem sofrido nos últimos meses. Ameaças que partem de trabalhadoras e trabalhadores que ainda não se conscientizaram quanto a necessidade de ocupar as ruas e lutar pelos seus direitos que historicamente foram conquistados por essas massas populares e agora, muitos deles estão passando por um processo de retrocesso. A PJMP e PJR de Santa Catarina, somando-se as mais de mil pessoas que ocuparam as ruas nesta terça-feira, dia 08 de março, em São Miguel do Oeste, segue vigiante. Lembra a toda sociedade que as lutas vão continuar, até que companheiros/as forem ameaçados/as, perseguidos/as.

Por Claudia Weinman – jornalista popular do coletivo da PJR-PJMP/SC


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