Página Correio Esportes

terça-feira, 16 de junho de 2020

QUILOMBOLAS DE FRAIBURGO RECEBEM APOIO DO PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE...

Na sexta-feira 12 de junho, as famílias Quilombolas dos Poli, receberam 04 cestas básicas do Projeto Ser Solidário é Cuidar-se, 03 (três) cestas foram doados por professores/as e servidores/as do IFC Fraiburgo, a outra por amigos/as e aliados/as do CPC São Miguel, Karatê-dô e Apafec.
Quilombolas de Fraiburgo recebem apoio
As três entidades são as organizadoras do Projeto Ser Solidário é Cuidar-se, criado durante a pandemia do Coronavírus, e ter por objetivo auxiliar famílias com maior vulnerabilidade social e econômica agravada pela crise da Covid 19.
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segunda-feira, 15 de junho de 2020

DISTRIBUIÇÃO DE SACOLAS DE PRODUTOS ORGÂNICOS...

Ação solidária envolveu movimentos e organizações sociais

Quinta-feira 11 de junho, dia de Corpus Christi, foi dia de trabalho no PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, realizou mais uma ação, trata-se da distribuição de 70 Sacolas de Produtos Orgânicos.

Cada sacola de produtos orgânicos contêm:Aipim; Chuchu; Laranja; Uma cabeça de alface americana; Uma cabeça de alface crespa; Um maço de couve; Um maço de cebolinha verde; e Um maço de salsinha.

Produtos frescos e agroecológicos - foto Cesar Malinoski 

Essa ação do PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, em tempo de pandemia tem duas finalidades: Que trabalhadores/as urbanos tenham acesso a alimentos orgânicos; e Gerar renda para agricultores/as dos assentamentos de Fraiburgo/SC.

Apoiaram essa iniciativa:

SINTE Regional de Videira;

CRESOL Fraiburgo;

Escola Agrícola 25 de Maio;

APAFEC;

Coopercontestado;

SITICOM;

Karatê-dô Fraiburguense;

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST;

SINTSER;

Conselho Pastoral da Comunidade São Miguel;

Alindro Oliveira e Família;

Professora Dandy Santos e Família;

Professor Luiz Coelho e Família;

João Carlos Rodrigues e Família;

Jilson Carlos Souza e Família;

Jair Rozentalski e Família;

Professora Simone Jombra e Família;

Sighart Seidel e Família;

Roberto Bohnenberger e Família.

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TRABALHADORAS/ES DO IFC DOAM MAIS 16 CESTAS BÁSICAS AO PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE!

Durante a terça-feira 09 de junho, trabalhadoras/es do IFC - Campus de Fraiburgo, doaram mais 16 cestas básicas com os seguintes itens: 5kg de arroz, 5kg de trigo, 2kg de feijão, 2kg fubá, 1kg sal, 1 litro óleo, 3kg macarrão, 5 litros de leite, 1 barra de sabão, 2 bisnagas de creme dental, 5 sabonetes, 2kg de batatinha, 1kg de tomate, 1kg de banana e 1kg de maçã.
15 cestas básicas, foram pagas com recursos financeiros, arrecadado por professoras, professores e demais servidores do IFC Fraiburgo, essa é a segunda vez que que o pessoal do IFC Fraiburgo, apoia o Projeto Ser Solidário É Cuidar-se, e 1 (uma) cesta foi doada pelo Supermercado Superbom, que ofereceu o menor preço global, por isso, foi escolhido como o fornecedor dos produtos.
Segunda vez que os/as trabalhadores/as do IFC Fraiburgo doam ao projeto
As cestas básicas foram repassadas ao PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE, e foram entregues a famílias cadastradas.
"Agradecemos a confiança e respeito ao nosso trabalho, e pela solidariedade dos/as professores/as do IFC", comenta Luiz Coelho, da integrante de uma das entidades realizadoras do PROJETO SER SOLIDÁRIO É CUIDAR-SE.
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quarta-feira, 27 de maio de 2020

‘Quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos que querem matar e exterminar’

Padre Júlio Lancellotti responde à pergunta 'o que é seguir Jesus Cristo?' e mostra que se aproximar da religião é incompatível com a defesa das ideias do governo Bolsonaro.

Em defesa dos movimentos sociais, das minorias e dos pobres, a professora Fernanda Carlone, que mantém no YouTube um canal chamado Momento Filosófico divulgou depoimento do padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da Arquidiocese de São Paulo, em que ele responde à pergunta “o que é seguir Jesus Cristo?” e que mantém a atualidade, apesar de o vídeo ter sido gravado em outubro de 2018. ASSISTA CLICANDO AQUI!

O padre fez uma crítica contundente ao então candidato à presidência Jair Bolsonaro, ao destacar que quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos que querem armar a sociedade.

Padre Julio - foto:Rovena Rosa/Agência Brasil

“Eu me posiciono sempre a favor da vida, a favor dos fracos, a favor dos pequenos, a favor das minorias, daqueles que lutam, a favor dos sem terra, dos sem casa, a favor da população de rua, da comunidade LGBT, a favor dos nordestinos, dos negros, dos refugiados, dos abandonados, das mulheres trans, dos homens trans, de todos aqueles que são considerados lixo, escória, todos aqueles que são evitados, todos aqueles que são exterminados”, disse o sacerdote.

“É do lado deles que quem segue Jesus Cristo tem que estar. Quem segue Jesus Cristo não pode estar do lado dos poderosos, dos violentos, dos que querem armar a sociedade, dos que querem matar e exterminar”, defendeu.

“Não pode estar do lado daqueles que dizem que as minorias têm de ser submetidas pela maioria, que tem que acabar com os ativistas, que tem que acabar com os movimentos. O cristianismo não passa por aí. Por aí passa a ignomínia, a vergonha, a desumanização. Jesus é claro: ele está do lado dos pobres, dos fracos e dos pequenos.

Por Redação RBA - Publicado 16/01/2020 - 17h23

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Câmara aprova auxílio emergencial de R$ 3 bilhões à cultura

Imagem de divulgação 

Os trabalhadores da cultura, praticamente o primeiro setor a parar completamente devido à crise do novo coronavírus, passaram a enxergar ontem 26 de maio, na Câmara dos Deputados uma luz com a aprovação do Projeto de Lei (PL 1.075) que estabelece ações emergenciais para lhes socorrer neste período de suspensão das atividades.

A proposição inicial foi da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e se ancorou em três vertentes: renda básica, assistência aos equipamentos culturais e editais. Com a aprovação do Substitutivo da relatora Jandira Feghali (PCdoB-RJ) serão destinados R$ 3 bilhões para ações emergenciais no setor cultural.

O PL, elaborado em parceria com outros 23 parlamentares, garante três parcelas de R$ 600,00 para trabalhadores informais da cultura com baixa renda e um subsídio que pode variar, a critérios dos estados, de R$ 3 mil a R$ 10 mil para a manutenção de espaços culturais. Em contrapartida os espaços auxiliados deverão a realizar eventos mensais para estudantes da rede pública por um ano após a retomada das atividades de cada local.

O texto, que agora vai para o Senado, tem ainda a proposta de se chamar Lei Aldir Blanc, uma homenagem ao compositor vitimado pela Covid-19 e que não recebeu as devidas homenagens do Governo Federal.

 

A atividade emprega 5 milhões de pessoas

Para políticos e integrantes da classe artística, foi mais uma demonstração do protagonismo do parlamento no meio da inoperância do Governo Federal diante de uma atividade econômica que movimenta mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega cerca de 5 milhões de pessoas, mais de 5% da mão de obra nacional.

O fato é agravado porque a maioria desses trabalhadores exercem seu ofício de forma autônoma e são dependentes de trabalhos sazonais sem direitos trabalhistas. Muitos não conseguiram aderir ao Auxílio Emergencial do Governo Federal, inicialmente uma proposta de R$ 200 que evoluiu para R$ 600 devido também a intervenção do Congresso.

Segundo a deputada Benedita da Silva, diante da calamidade, existem artistas, produtores, atores e empreendedores individuais passando necessidade. Muitos, conforme registra, ainda dependendo de doações de cestas básicas. “É justo que eles também tenham essa renda básica emergencial”, diz. Benedita ainda ressalta que, se o setor cultural foi o primeiro a paralisar diante da pandemia, a tendência aponta que “será um dos últimos a voltar”.

Por Marcelo Menna Barreto.

Fonte: Desacato.info

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