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terça-feira, 8 de março de 2016

Militante é agredida durante mobilização em São Miguel do Oeste/SC

Militante do coletivo da PJMP-PJR que foi agredida
A Militante do coletivo da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP) e Pastoral da Juventude Rural (PJR), Maura Letícia Tesser, foi agredida nesta terça-feira, dia 08, em São Miguel do Oeste/SC, durante a mobilização do Dia Internacional da Mulher. Maura estava contribuindo com a equipe de segurança da marcha quando sofreu a agressão.
Os militantes de diversos movimentos populares, pastorais sociais, Igreja, organizações urbanas e camponesas mencionavam sua pauta de reivindicações em frente a Caixa Econômica Federal de São Miguel do Oeste, quando uma pessoa de fora das organizações tentou se infiltrar na barreira feita por homens e mulheres, do campo e da cidade, que estavam em mobilização e negociação com os representantes da Caixa Econômica. “A pessoa começou a empurrar os companheiros e companheiras que estavam fazendo o fechamento da Caixa Econômica durante o tempo de negociações. Iniciou-se um tumulto e essa mesma pessoa começou a dar socos para todos os lados. Consegui tirar a pessoa e empurrá-la para fora. Sofri arranhões no braço e também no rosto”, relatou a militante.
Companheira da PJMP/PJR foi agredida também no braço com arranhões
Maura disse ainda que um Boletim de Ocorrência foi registrado contra ela. “Ele (o homem que a agrediu) registrou um Boletim de Ocorrência contra mim, como se ele fosse a vítima”, contextualizou Maura, enfatizando ainda que neste dia 08 de março, embora a pauta das organizações tenha sido clara nas ruas de São Miguel do Oeste, a violência, a agressão e os xingamentos praticados por uma parcela da sociedade Migueloestina mostram a profunda necessidade de mudança. “Estamos reivindicando nas ruas direitos que servem para estas pessoas também, que são trabalhadoras. Não dá para entender”, disse ela.
Militante estava contribuindo com a segurança da mobilização quando foi agredida
O Jovem Leonardo Lucas Vilanova, Militante da Pastoral da Juventude Rural (PJR), destacou apoio a companheira agredida e salientou que essa violência faz parte da cultura machista, patriarcal que desenvolve-se a partir do Capitalismo. “Repudiamos a violência contra a nossa companheira e também todos os outros tipos de violência que a militância sofre no dia a dia. Precisamos acabar com essa cultura machista”, reforçou.
Militantes reivindicavam seus direitos no centro da cidade quando aconteceu a agressão
Da mesma forma, o coletivo da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR), repudia a agressão contra a companheira Maura Letícia Tesser. Aponta aqui, sua indignação e repulso contra as atemorizações que este coletivo tem sofrido nos últimos meses. Ameaças que partem de trabalhadoras e trabalhadores que ainda não se conscientizaram quanto a necessidade de ocupar as ruas e lutar pelos seus direitos que historicamente foram conquistados por essas massas populares e agora, muitos deles estão passando por um processo de retrocesso. A PJMP e PJR de Santa Catarina, somando-se as mais de mil pessoas que ocuparam as ruas nesta terça-feira, dia 08 de março, em São Miguel do Oeste, segue vigiante. Lembra a toda sociedade que as lutas vão continuar, até que companheiros/as forem ameaçados/as, perseguidos/as.

Por Claudia Weinman – jornalista popular do coletivo da PJR-PJMP/SC


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segunda-feira, 7 de março de 2016

Especial ‘Paulo Freire: o Andarilho da Utopia’

Patrono da Educação Brasileira 
A Unesco constata a existência de 700 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever. Para o Fundo das Nações Unidas para a Educação, esta é uma situação que tem implicações potencialmente explosivas para a paz e prosperidade mundiais.
A utopia de Paulo Freire é uma das esperanças do mundo para reverter esta situação. A crença de Paulo Freire na força do diálogo como ferramenta essencial de transformação de homens e mulheres por meio da educação, traduz o desejo da Radio Nederland de se aproximar ainda mais de suas parceiras no Brasil, através de projetos especiais, que visam sobretudo o desenvolvimento humano.
O especial 'Paulo Freire, Andarilho da Utopia', é dividido em cinco blocos e traz depoimentos de colaboradores, familiares e do próprio Paulo Freire. Da segunda metade da década de 40 à morte de Paulo Freire em 1997, a série retrata não apenas a vida do educador brasileiro, mas também mostra o Brasil dos últimos 50 anos. As inúmeras inserções de sons de época, situam o ouvinte em vários momentos da recente história do Brasil.

Rádio cinematográfica
O Andarilho da Utopia
André Barbosa, diretor geral deste especial, quis realizar o que chama de 'Rádio Cinematográfica', introduzindo no documentário mecanismos utilizados nos filmes de ficção. Enriquecem a produção a trilha sonora de Homero Lotito e a participação da dupla de sertanejos nordestinos, Sebastião e José Francisco, que trabalhou com o educador brasileiro no momento em que este era Secretário de Educação da cidade de São Paulo.
O especial 'Paulo Freire, Andarilho da Utopia' tem a locução de André Barbosa e Telma Feher e foi desenvolvido em parceria com a Criar - Assessoria de Comunicação de São Paulo, com o apoio da Universidade de São Paulo e do Instituto Paulo Freire, entre outras instituições.
Este foi o primeiro projeto em regime de co-produção que a Radio Nederland realizou com uma instituição brasileira e foi lançado em 1999.

Ouça os cinco programas do especial 'Paulo Freire, Andarilho da Utopia' clicando: http://archief.wereldomroep.nl/portugues/radioprogramme/paulo-freire-o-andarilho-da-utopia



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sexta-feira, 4 de março de 2016

Apafec sofre ataque através de página do Facebook

Publicado originalmente pelo Blog Opinião, pela importância da matéria para a Apafec, este canal de comunicação replica a mesma na íntegra.
O Blog Opinião, foi informado que um internauta usuário do facebook, utilizando o nick (FraiburgoFraiburgo) o qual pode ser acessado pelo link: www.facebook.com/tay.bonetti.5 na ultima quarta-feira (02/03), teceu comentários atacando a ampliação do Cecap (Centro de Educação Cultura e Arte Popular) um dos projetos desenvolvidos atualmente pela Apafec (Associação Paulo Freire de Educação Popular).
Em uma de suas postagens o senhor ou senhora FraiburgoFraiburgo escreve: “Para que salas? Para alugar? A APAFEC é uma Associação ou uma Imobiliária? Pois as salas da APAFEC, em vez de estarem servindo a comunidade, estão servindo para salas comerciais alugadas para terceiros. A Prefeitura e o Ministério Público precisam rever o Título de Utilidade Pública da APAFEC. Cada um cuidado do seu ramo de atividade”.
Segundo Jilson Carlos Souza fundador e da coordenação da Apafec, os comentários foram feitos em uma postagem do projeto de ampliação do Cecap, material e informações que estão disponíveis na fanpage da instituição no facebook.
Ainda segundo o coordenador, os comentários são infundados e descontextualizados, pois no local (situado na av. Pedro Gianello nº 341 – bairro São Miguel) a Apafec mantem duas salas comerciais, que estão alugadas desde outubro de 2011, e o dinheiro dos alugueis foram investidos no pagamento do empréstimo, contraído junto a uma Cooperativa de Credito, o qual já foi quitado.
Levantamos ainda, que a Apafec adquiriu mais um imóvel (situado na rua Arcindo Hass nº 337, continuo ao primeiro imóvel), e atualmente utiliza o dinheiro dos alugueis para pagar o outro empréstimo obtido para adquirir o segundo imóvel. Nesse imóvel foram realizadas pequenas reformas e já estão acontecendo as Oficinas de Violão para crianças, adolescentes e adultos, os encontros do Projeto Artesanato Cidadão, as reuniões da coordenação da Apafec e outras entidades também já utilizaram o local para fazer encontros e em breve será instalada a sala de inclusão digital da Apafec, a qual neste momento encontra-se alojada em uma sala cedida pela comunidade católica do bairro.
Além dos recursos financeiros dos alugueis a instituição contou e conta com a solidariedade e apoio de inúmeras empresas, lojas, outras instituições e pessoas nas promoções de mobilização de recursos realizadas, entre as quais: Ação Solidaria Entre Amigos (popularmente conhecida como rifa); Bingão; Bailes; Venda de camisetas e blusões; Venda de Maça do Amor, entrevero e xixo no pão; Pedágios...
Todos os recursos obtidos com as ações de mobilização de recursos financeiros, foram, são e serão investidos em nossas ações, atividades e projetos, afirma Jilson.
“Gerar cidadania, estimulando crianças, adolescentes, jovens e adultos a tornarem-se protagonistas de sua história e atores comprometidos com a transformação da realidade onde vivem. Esta é a missão da APAFEC, não ramo imobiliário”, comenta em seu próprio perfil, o senhor ou senhora FraiburgoFraiburgo.
Segundo Souza é bom que a pessoa que escreveu isso conheça a missão da Apafec, porém o comentário feito por essa pessoa a seguir dá a entender, que ele ou ela simplesmente leu a missão, e não conhece o trabalho que vem sendo desenvolvido há quase 14 anos, pois caso conhecesse realmente, saberia que não somos uma imobiliária e tampouco faria a sugestão que nosso titulo de utilidade publica fosse revisto pelo ministério publico e pela prefeitura.
Os comentários postados geraram a indignação de várias entidades e pessoas. Naira Estela Roesler Mohr, professora universitária da UFFS comentou: “Meu respeito aos companheiros e companheiras da Apafec. Diversos projetos que atuamos juntos sempre estiveram baseados em princípios éticos, de solidariedade e na promoção da justiça social. Mas, é óbvio que isso sempre incomoda alguns setores”. Outro a fazer comentários foi Pedro Pinheiro (historiador, músico e militante do coletivo PJR-PJMP), “Quem melhor que nós para sabermos como funcionam nossas organizações! Parabéns Apafec por seu trabalho voltado a educação popular... Continuaremos crescendo e lutando juntos”!
É importante destacar que todas as contas, ações, atividades e projetos da Apafec são e estão abertos para toda a comunidade fraiburguense, queremos convidar o senhor ou senhora FraiburgoFraiburgo para tornar publica sua identidade e os reais motivos pelos quais fez os comentários, assim que a pessoa se identificar a convidaremos para participar de uma atividade ou encontro nosso. Finaliza Jilson. 

Fotos e informações: Blog Opinião

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terça-feira, 1 de março de 2016

Prova de Videira, outro degrau conquistado em direção a Maratona!

Felipe, Fabi e Jilson primeira prova completada pelo trio
Domingo 28/02, as ruas de Videira foram tomadas por corredores e corredoras de rua, amadores e profissionais, na oportunidade foi realizada mais uma edição da Corrida e Caminhada 5km da BRF, a prova foi uma das atividades planejadas para celebrar o 72º aniversário de emancipação politica do município.
Essa corrida foi ainda mais especial, pois participarmos e completamos a mesma: Fabi Guedes, Felipe Hermes e Eu, os registros fotográficos foram feitos pela Sofia Hermes.
Fabi aproximando-se da chegada
Com a prova realizada no ultimo domingo, são 107 quilômetros completados, divididos em 12 provas, confira todos os detalhes no quadro abaixo:
Data
Nome e local da prova
Percurso
Tempo realizado
2013 a 2015
11 provas completadas
102 quilômetros percorridos
Fevereiro de 2016
Corrida e Caminhada 5 km BRF – Videira
5 km
27’32”
Total de provas realizadas: 12
Total de quilômetros percorridos durante as provas: 107 km.
Além dos cuidados com a saúde as provas são utilizadas como elemento de motivação para superar os limites individuais, em 2016 o planejamento é continuar realizando provas de 10 e 21km, como preparação para a participação em uma maratona até meados de 2017.  


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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Mais dois passos dados para a concretização do projeto dos outdoors

Produção dos painéis com chapas galvanizadas sábado 27/02
Neste final de semana (27 e 28/02), a Associação Hayashi-ha Vital Fraiburgo de Karatê-dô e a Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular (Apafec) realizaram outro mutirão para colocar em pratica o projeto dos outdoors, foram dados mais dois passos, no sábado foi terminada a produção dos painéis de chapa galvanizada e no domingo pela manhã foi executado a perfuração de 07 buracos (1m de profundidade, e 40 cm de diâmetro) para fixar os palanques que sustentarão os dois outdoors.
O projeto é uma iniciativa das duas associações e tem por objetivo diversificar a mobilização de recursos financeiros a ser investido nos projetos, atividades e ações das instituições envolvidas no projeto.
Para colocar em marcha a produção e a instalação dos outdoors, a Associação Vital e a Apafec tem o apoio voluntario do jornalista Cesar Wilson Malinoski, o qual realiza a assessoria técnica e também contam com o apoio de Cesar Frey que cedeu gentilmente o terreno onde serão instalados os outdoors (Rodovia Aírton Senna, curva próxima à entrada do bairro São Miguel).
Perfurando os buracos, trabalho em coletivo – 28/02
“Quando se trabalha com pessoas comprometidas e em coletivo, fica mais fácil atingir os objetivos, já realizamos dois mutirões para concretizar esse projeto e envolvemos até o momento de forma direta mais de uma dezena de pessoas, depois de instalados os recursos financeiros oriundos do aluguel dos outdoors, beneficiarão todos os integrantes dos projetos sociais e esportivos desenvolvidos pelas duas entidades envolvidas”. Comenta João Carlos Rodrigues da coordenação da Apafec.

Serviço: Aluguel de Outdoors;
Data: A partir de março de 2016;
Local: Rodovia Aírton Senna (curva próxima à entrada do bairro São Miguel);
Finalidade: Mobilização recursos financeiros através do aluguel dos outdoors, a serem investidos nos projetos e ações da Apafec e do Karatê-dô de Fraiburgo;
Informações: (0**49) 9952 – 44109 com Luiz Coelho e 9111 – 6453 com Jilson.



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